- A Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) anunciou um canal especial para agilizar a análise de casos de proteção temporária relacionados à guerra na Ucrânia, visando reavaliar 65 mil proteções concedidas desde fevereiro de 2022.
- A iniciativa permite que os cidadãos enviem alegações e informações adicionais, buscando análise mais detalhada e justa, com atenção especial a menores entre os solicitantes.
- A reavaliação ocorre após decisão da União Europeia em setembro de 2025; alguns beneficiários poderão receber notificações de intenção de cancelamento, mas terão direito a contestar.
- O processo abrange todos os cidadãos, incluindo aqueles de nacionalidade russa ou bielorrussa.
- O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, destacou que estudantes estrangeiros que fugiram da guerra podem solicitar autorização de residência para continuar os estudos em Portugal; a AIMA verificará a elegibilidade dos 65 mil casos e orientará sobre alternativas de permanência.
A Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) anunciou a criação de um canal especial para agilizar o processo de análise de casos de proteção temporária relacionados à guerra na Ucrânia. A medida surge em resposta à necessidade de reavaliação de 65 mil proteções concedidas desde fevereiro de 2022, quando foi criado um portal online para solicitação, permitindo que os cidadãos obtivessem o estatuto sem atendimento presencial.
Com a nova iniciativa, a AIMA pretende garantir uma análise mais detalhada e justa dos casos, especialmente considerando a presença de menores de idade entre os solicitantes. O canal permitirá que os cidadãos enviem alegações e informações adicionais, assegurando que a proteção efetiva e as alternativas de regularização sejam devidamente consideradas.
Reavaliação e Cancelamentos
A reavaliação das concessões de proteção temporária ocorre após uma decisão da União Europeia em setembro de 2025, que determinou a revisão dos casos. A AIMA informou que alguns beneficiários podem receber notificações sobre a intenção de cancelamento do estatuto, mas terão o direito de contestar essa decisão. Esse processo abrange todos os cidadãos, incluindo aqueles de nacionalidade russa ou bielorrussa.
O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, destacou que estudantes estrangeiros que fugiram da guerra podem solicitar uma autorização de residência para continuar seus estudos em Portugal. A AIMA está comprometida em verificar a elegibilidade dos 65 mil casos de proteção temporária, garantindo que aqueles que não atendem aos requisitos sejam identificados e orientados sobre possíveis alternativas de permanência no país.
Entre na conversa da comunidade