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Jardim secreto de Pequim é aberto ao público após um século

Jardim de Qianlong, fechado por quase um século, abre ao público em 30 de setembro como parte da conservação de longo prazo do Palácio-Museu, com custo estimado em até US$ 18 bilhões

Jardim secreto de Pequim é aberto ao público após um século
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  • A Cidade Proibida, em Pequim, reabriu no dia 30 de setembro o Jardim de Qianlong ao público, após quase um século de fechamento, como parte de um esforço de restauração iniciado no começo dos anos 2000.
  • O Jardim de Qianlong foi construído na década de 1770 e, embora tenha ficado pronto em cinco anos, a restauração levou vinte e cinco anos, com parceria do World Monuments Fund; o espaço tem seis mil metros quadrados e o custo total estimado varia entre US$ quinze milhões e US$ dezoito milhões.
  • O Palácio-Museu planeja ainda reabrir Yangxindian, residência dos imperadores Qing, ainda neste ano; a restauração dessa área está em andamento desde 2018.
  • Desde o início das obras, a parte acessível do museu subiu de menos de um terço para oitenta por cento, em dois mil e dezoito, conforme a imprensa estatal.
  • A reabertura atraiu atenção durante a Golden Week; o presidente Xi Jinping visitou o museu e ressaltou a importância de proteger e restaurar o patrimônio cultural da China, destacando a Cidade Proibida como símbolo da civilização chinesa.

A Cidade Proibida, localizada em Pequim, reabriu o Jardim de Qianlong ao público no dia 30 de setembro, após quase um século de fechamento. Este evento faz parte de um esforço contínuo de restauração do complexo, que começou a ser revitalizado no início dos anos 2000. O Palácio-Museu, que abriga uma vasta coleção de artefatos da dinastia Qing, busca preservar e abrir gradualmente suas áreas ao público.

O Jardim de Qianlong foi construído na década de 1770 e, embora tenha sido finalizado em cinco anos, sua restauração levou 25 anos e envolveu uma parceria com o World Monuments Fund. O custo total da restauração está estimado entre US$ 15 milhões e US$ 18 milhões. O espaço de 6.000 metros quadrados, menor que um campo de futebol, é um refúgio pessoal que reflete a estética dos jardins do sul da China.

Restaurações em Andamento

Além do Jardim de Qianlong, o Palácio-Museu planeja reabrir o Yangxindian, a residência dos imperadores Qing, ainda este ano. A restauração dessa área já está em andamento desde 2018. Desde o início das obras de conservação, a parte acessível do museu aumentou de menos de um terço para 80% em 2018, segundo a imprensa estatal.

A reabertura do jardim atraiu grande atenção, especialmente durante o recente feriado da Golden Week, quando longas filas se formaram na entrada. O presidente chinês, Xi Jinping, visitou o museu e enfatizou a importância de proteger e restaurar o patrimônio cultural da China, destacando que a Cidade Proibida é um símbolo da civilização chinesa.

Os esforços para revitalizar a Cidade Proibida são vistos como um passo significativo no reconhecimento da importância do patrimônio histórico na China. O arquiteto Ho Puay-peng elogiou os esforços de restauração e ressaltou a necessidade de aplicar o conhecimento adquirido em outras regiões do país.

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