- A China anunciou a suspensão da proibição de exportação de gálio, antimônio e germânio para os EUA até 27 de novembro de 2026, conforme o Ministério do Comércio.
- A medida visa reduzir as tensões comerciais entre os dois países.
- Pequim também pausou, por um ano, as tarifas portuárias mútuas que afetam o comércio sino-americano.
- A decisão ocorre no contexto de negociações para aliviar restrições comerciais, incluindo a suspensão de investigações setoriais nos EUA sobre setores marítimos e logísticos chineses.
- Em dezembro de 2024, as restrições incluíam controle sobre terras raras e componentes para baterias; recentemente, as exportações de terras raras chinesas subiram 75% após queda de três meses.
A China anunciou a suspensão da proibição de exportação de gálio, antimônio e germânio para os Estados Unidos, com validade até 27 de novembro de 2026. A decisão foi divulgada pelo Ministério do Comércio chinês e visa reduzir as tensões comerciais entre os dois países. Em dezembro de 2024, Pequim havia imposto restrições severas à exportação desses metais raros, essenciais para a fabricação de semicondutores.
Além disso, Pequim também suspendeu, por um ano, as tarifas portuárias mútuas que afetavam o comércio entre as duas nações. Essa medida surge em um contexto de negociações para aliviar as restrições comerciais, que incluem a suspensão de investigações setoriais nos Estados Unidos sobre setores marítimos e logísticos chineses.
Medidas Anteriores
As restrições anteriores, que incluíam o controle sobre terras raras e componentes para baterias, foram uma resposta a tarifas impostas pelos EUA. O presidente Donald Trump havia ameaçado aumentar as tarifas em até 100% sobre produtos chineses em retaliação. Recentemente, as exportações de terras raras da China aumentaram 75%, após três meses de queda, refletindo uma tentativa de normalizar o comércio.
Troca de Concessões
A suspensão das tarifas portuárias, que estavam em vigor desde outubro, se alinha a um esforço mais amplo para melhorar as relações comerciais. As tarifas, que variavam de 50 a 56 dólares por tonelada, foram inicialmente implementadas como resposta a medidas semelhantes dos EUA. Com essas novas decisões, ambos os países buscam um caminho para uma coexistência comercial mais estável e menos conflituosa.
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