- A Organização Não Governamental Encontro Justiça e Perdão (EJP) denuncia abusos e maus-tratos a presos políticos na prisão de El Rodeo, na Venezuela, em oito de novembro. Relatos de familiares apontam castigos, isolamento, suspensão de visitas e espancamentos.
- A EJP aponta restrição de alimentos e tratamento desumano, e faz apelo urgente às autoridades para garantir integridade física e dignidade, além de acabar com práticas que atentem contra os direitos humanos.
- Em vinte e quatro de outubro, a EJP contabilizou 1.074 presos políticos na Venezuela, sendo 913 homens e 161 mulheres; entre detidos, há 49 estrangeiros e 171 membros das forças de segurança.
- A organização informou que 176 pessoas estão sem informações oficiais sobre o paradeiro, aumentando a incerteza para as famílias.
- A EJP reafirma o compromisso de acompanhar as famílias, exigir transparência nas condições de detenção e promover tratamento humano, mantendo o monitoramento da situação.
A Organização Não Governamental Encontro Justiça e Perdão (EJP) denunciou hoje, 8 de novembro, abusos e maus-tratos a presos políticos na prisão de El Rodeo, na Venezuela. Segundo a EJP, familiares de detidos relataram situações alarmantes de castigos, isolamento, suspensão de visitas e espancamentos.
A ONG destaca que os relatos incluem restrição de alimentos e tratamento desumano. Em comunicado, a EJP fez um apelo urgente às autoridades para que garantam a integridade física e dignidade de todos os detidos, além de exigir o fim de práticas que comprometam a segurança e os direitos humanos.
Em 24 de outubro, a EJP contabilizou 1.074 presos políticos na Venezuela, sendo 913 homens e 161 mulheres. Dentre os detidos, estão 49 estrangeiros e 171 membros das forças de segurança. A ONG também informou que 176 pessoas estão sem informações oficiais sobre o seu paradeiro, o que agrava a situação de incerteza para as famílias.
Apelo por Transparência
A EJP reafirma seu compromisso em acompanhar as famílias e proteger os mais vulneráveis. A organização enfatiza a necessidade de transparência nas condições de detenção e a urgência de medidas para garantir um tratamento humano aos detidos. A ONG continuará monitorando a situação e solicitando que as autoridades respeitem os direitos humanos na Venezuela.
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