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Paralisação nos EUA afeta mais de cinco mil voos em um dia

Mais de cinco mil voos atrasados e mil cancelados nos EUA neste sábado, devido à paralisação governamental; FAA corta até dez por cento dos voos em quarenta aeroportos até 14 de novembro

Escassez de controladores de voo deixa aeroportos em colapso e força cortes de até 10% nos voos nos EUA
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  • Cinco mil voos foram afetados nos Estados Unidos neste sábado, 8 de novembro, por escassez de controladores causada pela paralisação do governo; mais de mil cancelamentos ocorreram e LaGuardia e JFK tiveram cerca de 33% dos voos com atraso.
  • A Administração Federal de Aviação (FAA) anunciou cortes de até 10% no número de voos em quarenta aeroportos de alto impacto, com previsão de intensificação até 14 de novembro.
  • O administrador da FAA, Bryan Bedford, informou que entre 20% e 40% dos controladores não compareceram ao trabalho; a paralisação é a mais longa da história dos EUA, com pagamento atrasado há quarenta dias.
  • Os aeroportos de Orlando, Palm Beach e Tampa registraram altos atrasos, com 30% e 26% respectivamente; O’Hare, em Chicago, e Nashville chegaram a suspender operações temporariamente.
  • O secretário de Transportes, Sean Duffy, alertou que, se a escassez persistir, até 20% dos voos poderão ser cancelados; negociações no Senado seguem sem acordo para reabrir o governo.

Mais de 5.000 voos foram afetados neste sábado, 8 de novembro, nos Estados Unidos, devido à escassez de controladores de tráfego aéreo provocada pela paralisação do governo. Além dos 1.000 cancelamentos, os principais aeroportos, como LaGuardia e JFK em Nova York, enfrentaram 33% de atrasos. A situação é crítica e pode se agravar nos próximos dias.

A Federal Aviation Administration (FAA) já anunciou cortes de até 10% no número de voos em 40 aeroportos considerados de alto impacto, com a previsão de que esses cortes se intensifiquem até o dia 14 de novembro. O administrador da FAA, Bryan Bedford, informou que entre 20% e 40% dos controladores não comparecem ao trabalho. Essa paralisação é a mais longa da história dos EUA, com os profissionais sem salário há 40 dias.

Os aeroportos de Orlando, Palm Beach e Tampa também registraram altos índices de atrasos, com 30% e 26% respectivamente. Aeroportos importantes, como O’Hare em Chicago e Nashville, chegaram a suspender operações temporariamente. A FAA implementou cortes na sexta-feira, 7, e a situação se torna mais desafiadora à medida que o Congresso não chega a um acordo para reabrir o governo.

O secretário de Transportes, Sean Duffy, advertiu que, se a escassez de controladores continuar a piorar, até 20% dos voos poderão ser cancelados. As negociações no Senado seguem durante o fim de semana, mas o impasse persiste, dificultando a resolução do problema.

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