- Em 13 de novembro de 2025, Paris relembrou os 10 anos dos ataques de 2015 que deixaram 130 mortos, reivindicados pelo ISIS.
- As cerimônias contaram com a presença do presidente Emmanuel Macron e do ex-presidente François Hollande; sinos tocaram pela cidade e houve um minuto de silêncio na Praça da República, com famílias e sobreviventes em um jardim memorial.
- Os ataques ocorreram em diversos locais, incluindo o Bataclan, onde 90 pessoas morreram; Salah Abdeslam, único sobrevivente do grupo, cumpre prisão perpeta e manifestou disposição de participar de um projeto de justiça restaurativa.
- A França-planeja abrir um museu memorial sobre terrorismo em 2029, com acervo que incluirá objetos de vítimas e ingressos de shows, contribuídos pelas famílias.
- A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, ressaltou que os terroristas buscavam atacar a cultura da cidade; relatos de sobreviventes, como Sophie Dias, reforçam a dor e a persistência de seguir em frente, enquanto a cerimônia reafirma o compromisso com a paz.
Em 13 de novembro de 2025, Paris recordou os 10 anos dos ataques terroristas que deixaram 130 mortos em 2015. O presidente Emmanuel Macron e o ex-presidente François Hollande participaram das cerimônias, relembrando a dor e a necessidade de união diante do terror.
Os sinos tocaram em toda a cidade, marcando um momento de reflexão. Macron expressou em redes sociais que “a dor permanece”, enquanto familiares e sobreviventes se reuniram em um jardim memorial. A Praça da República foi o local escolhido para um minuto de silêncio em memória das vítimas.
Os ataques, que foram reivindicados pelo ISIS, ocorreram em diversos pontos de Paris, incluindo o Bataclan, onde 90 pessoas perderam a vida durante um show. O único sobrevivente do grupo de terroristas, Salah Abdeslam, cumpre pena de prisão perpétua e manifestou a disposição de participar de um projeto de justiça restaurativa.
Memorial e Museu
A França planeja abrir um museu memorial sobre terrorismo em 2029, que contará a história do terrorismo no país desde a década de 1960. O acervo incluirá objetos relacionados aos ataques, como ingressos de shows e itens pessoais de vítimas, contribuídos por suas famílias.
A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, ressaltou que os terroristas visavam atacar a cultura de alegria e diversidade da cidade. Relatos emocionantes de sobreviventes, como o de Sophie Dias, que perdeu seu pai no ataque, refletem a dor persistente e a dificuldade de seguir em frente após uma tragédia tão impactante.
As cerimônias não apenas honraram as vítimas, mas também reafirmaram o compromisso da sociedade francesa em enfrentar o extremismo e promover a paz.
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