- Eswatini confirmou ter recebido mais de US$ 5,1 milhões dos Estados Unidos para aceitar deportados sob um programa de terceira origem; chegaram 15 homens ao país.
- O dinheiro foi destinado a fortalecer a gestão de fronteiras e a legalidade do processo, com os recursos direcionados à Agência Nacional de Gestão de Desastres (NDMA).
- O ministro das Finanças, Neal Rijkenberg, informou que o valor foi confirmado após questionamentos no Parlamento e que a pasta não tinha conhecimento prévio sobre os detalhes do acordo.
- Os deportados, incluindo condenados por crimes graves, foram recebidos em duas levas: julho e outubro de 2025, e estão detidos no complexo prisional de Matsapha; um jamaicano de 62 anos foi enviado de volta à Jamaica após cumprir pena nos EUA.
- Grupos de direitos humanos e advogados locais contestam a legalidade das detenções; Rijkenberg prometeu regularizar o uso dos fundos, que estão sob a administração da NDMA, sem dispor de recursos não apropriados, gerando preocupações sobre transparência.
Eswatini confirmou ter recebido mais de US$ 5,1 milhões dos Estados Unidos para aceitar deportados sob um programa de terceira origem. Desde a implementação deste acordo, 15 homens foram acolhidos no país africano. O dinheiro foi destinado a fortalecer a gestão de fronteiras e a legalidade do processo de imigração.
O governo de Eswatini, que é o último reino absoluto da África, anunciou que os recursos foram direcionados à Agência Nacional de Gestão de Desastres (NDMA). O ministro das Finanças, Neal Rijkenberg, informou que o valor recebido foi confirmado após questionamentos no Parlamento. Ele destacou que a pasta não tinha conhecimento prévio sobre os detalhes do acordo.
Os deportados, que incluem indivíduos condenados por crimes graves, foram recebidos em duas levas: a primeira em julho e a segunda em outubro de 2025. Eles estão detidos no complexo prisional de Matsapha, conhecido por sua severidade. Um dos deportados, um jamaicano de 62 anos, foi enviado de volta à Jamaica após cumprir pena nos EUA.
Grupos de direitos humanos e advogados locais contestam a legalidade dessas detenções. Rijkenberg prometeu regularizar o uso dos fundos recebidos, que atualmente estão sob a administração da NDMA, que não pode dispor de recursos não apropriados. A falta de transparência em torno do acordo gerou preocupações sobre os impactos na política de imigração e nos direitos humanos em Eswatini.
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