- O Ministério da Saúde participou da Mesa Redonda de Alto Nível sobre Ação Sustentável em Clima e Saúde, em Camberra, nos dias 24 e 25.
- A Austrália assume a presidência das negociações da COP 31 e endossa formalmente o Plano de Ação em Saúde de Belém, com foco na equidade em saúde.
- A COP30, realizada em Belém do Pará, foi chamada pelo presidente Lula de “COP da Verdade” e “COP da Ação”, com lançamento do Plano de Ação em Saúde de Belém.
- O evento, promovido pela Organização Mundial da Saúde com apoio de Fundação Rockefeller e Fundação Gates, contou com representantes de várias nações.
- Discussões destacaram a resiliência dos sistemas de saúde centrada nas pessoas e a necessidade de manter serviços e acesso a produtos essenciais, sobretudo em áreas remotas.
O Ministério da Saúde participou, nos dias 24 e 25, da Mesa Redonda de Alto Nível sobre Ação Sustentável em Clima e Saúde, realizada no Parlamento Australiano, em Canberra. O encontro reuniu autoridades internacionais para discutir a relação entre saúde e mudanças climáticas e reforçar a agenda da COP30 para a COP31.
A Austrália assume a presidência das negociações da COP31 e garantiu o compromisso formal com a implementação do Plano de Ação em Saúde de Belém. O foco está na equidade em saúde e na resiliência centrada nas pessoas, com atenção especial a regiões remotas e vulneráveis.
Participantes incluem representantes de diversas nações, como ministras e representantes de saúde de baixa latitude. O Brasil foi representado pela assessora internacional do DVSAT, que destacou a relevância de Belém e o papel da COP30 na promoção de cooperação global em saúde climática, bem como a importância da resiliência centrada nas pessoas.
A assessora brasileira enfatizou que a COP30, realizada em Belém, ampliou a visibilidade das realidades de povos indígenas e comunidades amazônicas, mostrando a ligação entre crise climática e saúde. Também mencionou o lançamento do Plano de Ação em Saúde de Belém como marco internacional da adaptação climática na saúde, destacando a necessidade de eqüidade.
Durante a mesa, ficou claro que a implementação do Plano Belém depende de ações conjuntas, com ênfase na garantia de acesso a produtos essenciais e na manutenção dos serviços de saúde, especialmente em áreas remotas, diante de eventos climáticos extremos.
Entre na conversa da comunidade