- Pedro Inzunza Coronel, conhecido como “El Pichón”, foi morto no domingo durante operação da marinha mexicana no estado de Sinaloa.
- Ele e o pai, Pedro Inzunza Noriega, eram considerados grandes traficantes de fentanyl e líderes de redes associadas ao Beltrán Leyva.
- No ano passado, autoridades mexicanas apreenderam mais de 1,65 tonelada de fentanyl nas bases da dupla, a maior apreensão da droga já registrada.
- Em maio, o Departamento de Justiça dos EUA os acusou de narco-terrorismo, lavagem de dinheiro e tráfico de fentanyl, cocaína, metanfetamina e heroína para os Estados Unidos.
- Durante a operação de domingo, autoridades localizaram laboratórios, além de armas, veículos, drogas e precursores; o embaixador americano, Ronald Johnson, elogiou a ação e citou crimes atribuídos a Coronel.
Resumo: Pedro Inzunza Coronel, conhecido como El Pichón, morreu em operação da marinha mexicana em Sinaloa. A ação resultou na apreensão de laboratórios, armas, veículos e precursores de droga. O caso envolve redes ligadas ao fentanyl e à Beltrán Leyva.
Durante a operação realizada no plantão de domingo, autoridades localizaram diversos laboratórios de drogas e efetuaram apreensões de armas, veículos, drogas e precursores químicos. A ação ocorreu no estado de Sinaloa, no noroeste do país, conforme informações oficiais.
Contexto e envolvidos
Coronel e seu pai, Pedro Inzunza Noriega, foram apontados como dois dos principais traficantes de fentanyl no México, ligados à Beltrán Leyva. A dupla já esteve no centro de grandes operações de combate ao narcotráfico, com apreensões expressivas no último ano.
Desdobramentos e reações internacionais
O embaixador dos EUA no México, Ronald Johnson, comentou o caso, destacando acusações que envolvem assassinatos, sequestros e torturas ligadas ao tráfico. As autoridades norte-americanas indicaram que Coronel era peça-chave em uma das maiores redes de produção de fentanyl, com ligações a operações transnacionais.
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