- Hernández, ex-presidente de Honduras (2014–2022), foi extraditado aos EUA em abril de 2022 e condenado em março de 2024 a cerca de 45 anos de prisão por tráfico de drogas e crimes correlatos, sob acusação de ter recebido US$ 1 milhão do cartel de El Chapo.
- Em vídeo divulgado nas redes sociais, ele agradeceu a Deus e a Donald Trump, dizendo que o presidente dos EUA “mudou sua vida” e que houve injustiça e perseguição política.
- A nota de contextualização afirma que Hernández não é inocente; o Departamento de Justiça dos EUA teve acesso negado a materiais de um aliado de James Comey, por ordem de uma juíza.
- Trump apoiou o aliado Tito Asfura na eleição hondurenha, gerando polêmica sobre interferência dos EUA no pleito.
- O governo de Honduras foi acusado de facilitar o transporte de cocaína, e houve controvérsia internacional envolvendo a intervenção dos EUA no processo eleitoral hondurenho.
Hernández, ex-presidente de Honduras, foi extraditado aos EUA em 2022 e condenado em março de 2024 por tráfico de drogas e crimes correlatos, recebendo uma sentença de aproximadamente 45 anos. A acusação aponta pagamento de US$ 1 milhão do cartel de El Chapo para favorecer o tráfico pelo território hondurenho. O governo de Honduras é citado por facilitar o transporte de cocaína, e houve controvérsia internacional envolvendo a participação dos EUA no processo eleitoral hondurenho.
Na esteira da decisão, Hernández divulgou um vídeo em que agradece a Deus e a Donald Trump, pela primeira vez desde o perdão concedido em 1º de dezembro. O ex-presidente afirmou que houve injustiça e perseguição política que teriam atrapalhado a justiça, e que Trump mudou sua vida.
Contexto e desdobramentos
Uma juíza bloqueou o acesso do Departamento de Justiça dos EUA a materiais de um aliado próximo de James Comey, figura ligada a uma linha de investigação que envolve o mandatário norte-americano. A contextualização associou o caso de Hernández a manobras políticas internas dos EUA, sem declarar sua inocência.
Trump apoiou Nasry Asfura, conhecido como Tito, na eleição hondurenha, gerando polêmica sobre interferência externa. A defesa de Asfura negou impacto decisivo, enquanto adversários citam o apoio como fator relevante no pleito. Hernandez afirmou que a perseguição envolve uma tentativa de silenciar sua atuação contra o crime organizado durante o mandato.
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