- A Meta passou a oferecer, na UE, opção de anúncios com menor personalização e sem versão sem publicidade paga; a UE avaliará se as mudanças encerram o caso, sob a Lei de Mercados Digitais da União Europeia (DMA).
- A Comissão Europeia informou que, embora ainda não esteja concluído, o passo representa avanço relevante na investigação.
- A Meta disse que anúncios personalizados são vitais para a economia da Europa.
- A UE abriu novas investigações contra a Meta por possíveis práticas anticoncorrenciais relacionadas ao acesso de desenvolvedores de IA ao WhatsApp, e já move processos contra Google, Amazon e Microsoft, além de ter multado a X (antigo Twitter) em € 120 milhões por transparência digital.
- O tema ocorre num contexto de tensões entre Estados Unidos e União Europeia sobre a DMA e o papel das big techs.
A União Europeia está avaliando se as mudanças anunciadas pela Meta encerram a investigação sob a Lei de Mercados Digitais (DMA). A empresa passa a oferecer uma opção com menor personalização de anúncios, sem a necessidade de pagar por versões sem publicidade. A avaliação continue em aberto.
A investigação da DMA começou após a Meta ter condicionado o acesso gratuito às suas plataformas à aceitação do rastreamento de dados para publicidade, com a cobrança de uma versão sem anúncios para quem não aceitasse.
Mudanças anunciadas pela Meta e posição da UE
A Meta informou que Facebook e Instagram terão opção com menos personalização de anúncios e sem cobrança por uma versão sem publicidade. A Comissão Europeia disse que o assunto ainda não está concluído, mas que o passo é relevante.
Desdobramentos regulatórios e contexto
Além dessa linha, a UE abriu novas investigações contra a Meta por possíveis práticas anticoncorrenciais no WhatsApp e contra o Google, Amazon e Microsoft em áreas distintas. A UE também multou a X (antigo Twitter) em € 120 milhões por transparência digital.
Entre na conversa da comunidade