- Contexto: direitos religiosos aparecem na Carta Universal dos Direitos Humanos, mas em mais de setenta países o direito de seguir Jesus é negado ou restrito, com foco na Península Arábica e apoio da Portas Abertas.
- Nesta notícia, Helen, de dezesseis anos, e a irmã se mudaram para outra vila; a mãe passou a impedir a frequência ao centro comunitário, exigir estudo diário do próprio “livro” e o uso de abayas.
- Um acampamento de jovens realizou-se no início do ano, e Helen e os irmãos participaram; houve a intenção de explicar aos pais o propósito do encontro.
- No centro, as irmãs passaram a ajudar ensinando árabe, mas a mudança repentina dificultou a participação; as visitas seguem, com esforços para trazê-las de volta e pedir orações.
- A Portas Abertas atua para fortalecer cristãos perseguidos em mais de setenta países e convoca a igreja brasileira a se identificar e apoiar essa causa.
Duas irmãs, Helen, 16 anos, e sua irmã, passaram a frequentar um centro comunitário na Península Arábica com apoio da Portas Abertas. No início deste ano, houve um acampamento de jovens do qual participaram.
Após a mudança repentina para outra vila, elas perderam o acesso ao centro. A mãe, segundo relato local, passou a impedir a frequência e a exigir que estudem o próprio livro diariamente, além de usar abayas.
Mesmo com as visitas em andamento, as autoridades familiares limitam o contato com os voluntários. O parceiro local afirma que continua buscando maneiras de trazê-las de volta ao centro, mantendo o pedido de orações pela família.
Contexto global
A Portas Abertas atua em mais de 70 países para apoiar cristãos perseguidos, conforme dados da Lista Mundial da Perseguição 2025. Na prática, a prática religiosa enfrenta restrições em várias nações da região, incluindo a Península Arábica.
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