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Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo lamentam retirada de Moraes da Magnitsky

Ofac retira Moraes e Viviane Moraes da lista Magnitsky; Bolsonaro e Figueiredo lamentam, Lula havia pedido sanções contra autoridades brasileiras

Retirada da lista ocorreu após cinco meses de sanções aplicadas ao magistrado por articulação de Eduardo e Figueiredo. (Foto: Renato Araújo/Câmara dos Deputados)
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  • O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (Ofac) do Tesouro dos Estados Unidos retirou Alexandre de Moraes e Viviane Barci de Moraes da lista de sancionados pela Lei Magnitsky; a decisão foi anunciada no início da tarde desta sexta-feira.
  • A retirada ocorreu cerca de cinco meses após a articulação da dupla Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo para impor sanções ao Brasil em razão do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro sobre possível golpe em 2022.
  • Eduardo Bolsonaro e Figueiredo agradeceram a Trump, destacando que a decisão visa defender interesses estratégicos dos EUA.
  • Lula havia pedido que autoridades brasileiras sancionadas fossem punidas, segundo reportagem.
  • A decisão foi divulgada poucas horas depois de Trump reafirmar a sanção a Moraes por violação da liberdade de expressão.

O governo dos EUA, por meio do Ofac, retirou Alexandre de Moraes e Viviane Barci de Moraes da lista de sancionados sob a Lei Magnitsky. A decisão foi anunciada nesta sexta-feira, cerca de cinco meses após a articulação de Eduardo Bolsonaro e Paolo Figueiredo em defesa de novas sanções ao Brasil.

A retirada ocorreu poucos dias depois de Lula ter pedido punições contra autoridades brasileiras, em troca de alinhamento com a posição de Washington. A medida foi divulgada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Tesouro dos EUA e já consta no site do Ofac.

Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Paulo Figueiredo reagiram com pesar ao anúncio, destacando que a decisão atende a interesses estratégicos dos EUA. Eles afirmaram que o Brasil perde espaço para promover unidade nacional e enfrentar problemas estruturais.

Reações e desdobramentos

Os parlamentares agradeceram o apoio de Trump, ressaltando que a decisão visa defender interesses norte-americanos. Lula, por sua vez, havia defendido sanctioning de autoridades brasileiras antes da mudança anunciada.

A decisão de retirada acontece em meio a críticas sobre liberdades no país e ao debate sobre a relação entre Brasil e EUA em temas de cooperação e segurança. Não houve justificativa adicional divulgada pelo Ofac sobre o recuo.

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