- O Departamento do Tesouro dos EUA retirou o ministro do STF Alexandre de Moraes da lista de sanções Magnitsky nesta sexta-feira, 12, meses após a inclusão em julho.
- A retirada também atingiu a esposa Viviane Barci de Moraes e o Instituto Lex, entidade ligada à família Moraes.
- Os bloqueios foram impostos em julho, com acusações de instrumentalizar o Judiciário, detenções preventivas arbitrárias e restrição à liberdade de expressão.
- A medida é vista como gesto para a reaproximação entre Estados Unidos e Brasil, em meio a sinais de retomada do diálogo e ajustes comerciais.
- Veículos internacionais destacaram a decisão, incluindo Bloomberg, Reuters, Associated Press, Washington Post e Financial Times.
O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos removeu o ministro do STF Alexandre de Moraes da lista de sanções Magnitsky nesta sexta-feira, 12. A medida reverte as acusações de instrumentalizar o Judiciário, detenções arbitrárias e restrição à liberdade de expressão no Brasil, feitas em julho passado.
Além de Moraes, a saída da sanção alcançou a esposa dele, Viviane Barci de Moraes, e o Instituto Lex, ligado à família Moraes. As informações foram confirmadas pela agência oficial dos EUA e corroboradas por veículos internacionais.
A remoção é interpretada como gesto de retomada do diálogo entre Estados Unidos e Brasil. Observadores apontam sinais de aproximação entre as duas partes e de ajustes em áreas comerciais, após meses de tensões diplomáticas.
Fontes de imprensa destacam que a decisão ocorre em meio a movimentos para facilitar relações bilaterais. A Bloomberg indicou que a medida coincide com suavização de tarifas brasileiras, enquanto a Reuters lembrou o papel de Moraes no julgamento associado a acusações envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A Associated Press e o Washington Post reforçam que a retirada das sanções também atingiu a esposa e o Instituto Lex. Já o Financial Times descreveu o passo como relevante para a retomada do diálogo entre os dois governos.
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