- Unidades AFSA (associação) e AFGE processaram o governo para barrar demissões em massa anunciadas em julho, após a licença administrativa de cento e vinte dias terminar e suspensão por falta de fundos.
- A resolução orçamentária proíbe reduções de quadro (RIF) até 30 de janeiro de 2026, impedindo as demissões enquanto houver financiamento.
- Hoje, quarenta e seis diplomatas ficariam sob risco imediato; na prática, são cerca de 246 diplomatas baseados nos EUA.
- Está marcada para 17 de dezembro uma audiência para decidir se há uma liminar que adiaría as demissões por até seis semanas.
- Se a liminar for concedida, o impacto direto poderia durar aproximadamente esse período, enquanto o governo apresenta sua defesa.
O sindicato que representa oficiais do Serviço Exterior dos EUA processa o governo na Justiça para impedir demissões em massa anunciadas em julho. A ação ocorre após uma lei de orçamento impedir corte de quadros até 30 de janeiro de 2026.
A demanda foi movida pela AFSA, que representa diplomatas, e pela AFGE, sindicato de funcionários civis, contra a tentativa de demitir centenas de diplomatas. Um pedido de liminar já foi concedido.
A audiência sobre a liminar está marcada para 17 de dezembro. A corte poderá determinar se as demissões podem ser adiadas por até seis semanas.
Situação atual dos diplomatas
Hoje, 246 diplomatas permanecem sob risco de demissão. A análise foca no cumprimento da resolução orçamentária que proíbe reduções de quadro até 30/01/2026. O governo sustenta que cumpre a lei.
Contexto e desdobramentos
À frente, a disputa envolve a viabilidade de manter milhares de postos na linha de frente da diplomacia. O Departamento de Estado afirma seguir as leis, regulamentações e decisões judiciais em vigor.
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