- Kim Jong-un afirmou, em discurso veiculado pela mídia estatal, que nove membros de um regimento de engenharia morreram durante a implantação de 120 dias iniciada em agosto para desminar a região de Kursk, na Rússia.
- O regimento de engenharia retornou a Pyongyang em cerimônia de boas-vindas, com soldados escrevendo cartas para as suas casas durante as pausas das atividades de desminagem.
- O líder norte-coreano concedeu cartas de honra de estado aos falecidos para “acender o brilho eterno” de sua bravura, dizendo que todos tiveram heroísmo massivo.
- Imagens divulgadas pela agência KCNA mostraram Kim abraçando soldados retornados, alguns feridos, durante a cerimônia na sexta-feira na Casa da Cultura do 25 de Abril, em Pyongyang.
- A análise inclui o relato de que milhares de tropas norte-coreanas foram enviadas para apoiar a ofensiva na Ucrânia, com alegações de ajuda financeira, tecnológica e energética em troca de evitar sanções.
North Korea confirmou militarmente, pela primeira vez, o envio de tropas para atuar na ofensiva ao lado da Rússia na Ucrânia. Em discurso divulgado pela mídia estatal, o regime informou mortes entre seus soldados durante operações de desminagem.
Segundo a KCNA, nove integrantes de um regimento de engenharia morreram durante uma implantação de 120 dias iniciada em agosto. A cerimônia de recepção ocorreu em Pyongyang e prestou homenagens aos falecidos, com entrega de honras estatais.
Kim Jong-un participou da recepção, elogiando a bravura dos militares e destacando o desempenho do regimento na desminagem de uma extensa zona de conflito. Fotos oficiais mostraram o líder com soldados retornados, alguns feridos.
A defesa norte-coreana informou que os soldados escreveram cartas para suas casas durante as pausas de trabalho na mineração. Os regimentos retornaram ao país após o período de 120 dias, com a imprensa estatal destacando a redução de áreas de risco.
Contexto: autoridades sul-coreanas e de serviços de inteligência ocidentais já haviam indicado o envio de milhares de militares norte-coreanos para apoiar a Rússia. O acordo envolveria apoio financeiro, tecnológico e energético em troca de facilitar o prosseguimento de sanções internacionais.
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