- Mass attacks têm sido raros desde os rígidos controles de armas criados após o massacre de Port Arthur, em 1996.
- Um ataque terrorista antissemita ocorreu na Bondi Beach durante Hanucá, deixando ao menos 12 mortos, inclusive o atirador, e 29 feridos.
- Atiradores abriram fogo do acostamento em direção a uma passarela, atingindo pessoas no local.
- O primeiro-ministro Anthony Albanese condenou o ataque, descrevendo como um ato de antisemitismo.
- Entre os feridos estavam dois policiais que atenderam à ocorrência; eles foram hospitalizados.
Um ataque terrorista antissemita aconteceu no Bondi Beach, durante Hanucá, deixando pelo menos 12 mortos, entre eles o atacante, e 29 pessoas feridas. A tragédia ocorreu quando atiradores que estavam no acostamento avançaram para uma passarela, abrindo fogo contra frequentadores da orla.
Quem esteve envolvido permanece sob investigação. O ataque envolveu um atirador que disparou em via pública, seguido por agentes que atenderam à ocorrência. Quase três dezenas de feridos foram socorridos, entre eles dois policiais.
As autoridades não detalharam as identidades, mas destacaram que as vítimas incluem civis e profissionais de segurança que responderam rapidamente ao incidente. O atendimento ocorreu em meio a um cenário de alerta e mobilização das forças de segurança.
Contexto
Mass attacks têm sido raros após os controles rígidos de armas implementados após o massacre de Port Arthur, em 1996. Autoridades australianas convocaram autoridades federais e locais para coordenar a resposta e a investigação.
Repercussões e investigação
O primeiro-ministro Anthony Albanese condenou o ato, descrevendo-o como um ataque deliberado a judeus australianos na fase inicial de Hanucá. O governo informou que trabalhará para esclarecer motivações, planejamento e autoria do ataque. A investigação segue em andamento, com coleta de evidências e rastreamento de possíveis cúmplices.
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