- Moscou afirmou ter bombardeado instalações militares e energéticas da Ucrânia com mísseis hipersônicos Kinzhal, em retaliação a ataques contra civis na Rússia.
- O Ministério da Defesa russo descreveu o ataque como bombardeio massivo e “resposta a ataques terroristas da Ucrânia contra alvos civis na Rússia”.
- Zelensky disse que uma dúzia de instalações civis foram atingidas e que milhares ficaram sem energia em sete regiões.
- O presidente ucraniano também criticou a ação russa, dizendo que não se trata de terminar a guerra e acusando Moscou de buscar destruir o Estado ucraniano.
- Em Saratov, no centro da Rússia, duas pessoas morreram em ataque de drones ucranianos contra um prédio residencial; apartamentos foram danificados.
O governo russo disse neste sábado ter atingido instalações militares e energéticas da Ucrânia com mísseis hipersônicos Kinzhal durante a noite, em retaliação a ataques ucranianos contra alvos civis na Rússia. A informação foi divulgada pelo Ministério da Defesa da Rússia, que descreveu o ataque como uma resposta a ações terroristas contra cidadãos russos.
Zelensky afirmou que várias instalações civis foram atingidas e que milhões ficaram sem energia em sete regiões da Ucrânia. O presidente ucraniano pediu que o mundo veja os danos causados, ressaltando que não se trata apenas de ações militares, mas de sofrimento para a população.
Repercussões locais e números oficiais
No centro da Rússia, duas pessoas morreram em um ataque de drones ucranianos contra um prédio residencial em Saratov. Autoridades locais informaram que vários apartamentos foram danificados e que as ações seguem em curso. A Ucrânia minimiza o uso de ataques contra civis, afirmando mirar infraestrutura militar e energética.
A escalada dos ataques ocorre em meio ao conflito que persiste desde fevereiro de 2022, com Moscou e Kiev trocando ataques periódicos. A Ucrânia tem realizado drones contra alvos na Rússia, enquanto a Rússia realiza bombardeios contra alvos na Ucrânia, com impactos em civis e serviços essenciais.
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