- Bashar al-Assad foi deposto na Síria e fugiu para Moscou na madrugada de 8 de dezembro de 2024, acompanhado por uma escolta russa, partindo de Damasco.
- A família Assad vive em Moscou e no Emirados Árabes Unidos, acumulando fortunas e mantendo um perfil mais privado, com residência provável na região de Rubliovka.
- Segundo fontes, Assad estaria retomando a formação médica, estudando oftalmologia em russo, mantendo prática prévia da profissão em Damasco antes da guerra.
- A filha Zein al-Assad graduou‑se em relações internacionais pela MGIMO, destacando vida mais pública, ainda sob sigilo.
- A relação com antigos aliados sírios está tensa; os Assad buscam estabilidade em exílio, com contatos limitados ao regime que restou na Síria e interlocutores russos.
Bashar al-Assad, ex-líder da Síria deposto, permanece em exílio em Moscou. A família acumula fortunas e vive em áreas de elite, isolada pelas sanções ocidentais. Relatos indicam que o grupo mantém contato restrito com antigos aliados.
Segundo fontes ligadas à família e dados vazados, Assad estaria retomando a formação médica, estudando oftalmologia em russo. A fuga ocorreu em dezembro de 2024, acompanhada por uma escolta russa, levando o núcleo familiar a Moscou e ao Emirado Árabe Unido (UAE).
A vida em Moscou seria centrada na residência de luxo e na proximidade com círculos de poder. A família estaria instalada na zona de Rublyovka, segundo fontes que acompanham o tema. Eles teriam transferido parte de seu patrimônio para o exterior após as sanções.
Eventos recentes
De acordo com apurações, Zein al-Assad concluiu o curso de relações internacionais no MGIMO, universidade de elite em Moscou. A formatura ocorreu em 30 de junho, com participação discreta da família. Parte dos colegas confirmou presença, sem entrevistas ou registros formais.
A evasão do núcleo dominante da casa Assad foi marcada por contatos limitados com ex-parceiros do regime. Um amigo próximo relatou que Maher al-Assad, irmão do presidente deposto, ajudou na fuga de alguns aliados durante os últimos momentos de Damascus, sob supervisão de representantes russos.
Assegura-se que, nos meses seguintes, a família buscou residência estável entre Moscou e UAE, com a ideia inicial de transferir-se permanentemente ao emirado. Contudo, alterações estratégicas e receios de hostilidade local dificultaram uma mudança definitiva.
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