- Ataque na praia de Bondi, em Sydney, durante celebração de Hanukkah, neste domingo 14, deixou pelo menos 11 mortos e dezenas feridos.
- O Ministério das Relações Exteriores do Brasil repudiou o ataque e reafirmou repúdio a terrorismo, antissemitismo e intolerância; o Consulado-Geral do Brasil em Sydney monitora a situação e não há confirmação de brasileiros entre as vítimas.
- O Senado brasileiro expressou profunda tristeza e indignação; senador Davi Alcolumbe destacou solidariedade às famílias, aos feridos e à comunidade judaica.
- Reações internacionais incluem condenação do antissemitismo por autoridades dos Estados Unidos, União Europeia e Alemanha; o Irã também classificou o caso como ataque violento.
- A imprensa e líderes internacionais registram apoio à Austrália e às comunidades judaicas, reforçando a condenação da violência e do ódio.
O Ministério das Relações Exteriores condenou o ataque ocorrido neste domingo em Bondi, na Austrália, durante celebração da Hanukkah. Pelo menos 11 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas na ação que atingiu a praia. Ainda não há confirmação oficial sobre a motivação, mas a polícia trata o ocorrido como ataque violento.
Segundo o Itamaraty, não há registro de cidadãos brasileiros entre as vítimas, até o momento. O Consulado-Geral do Brasil em Sydney acompanha a situação de perto e permanece disponível para emergências pelo telefone indicado pelo governo brasileiro. O governo federal reiterou o repúdio a atos terroristas e a manifestações de antissemitismo, ódio e intolerância religiosa.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, manifestou solidariedade às famílias das vítimas e à comunidade judaica mundial, ressaltando a gravidade do ataque e o impacto sobre valores como liberdade religiosa e convivência pacífica.
Reações internacionais
Várias autoridades estrangeiras expressaram condolências e condenaram o atentado. O secretário de Estado dos EUA afirmou que o antissemitismo não tem espaço no mundo e que as orações são pelas vítimas, pela comunidade judaica e pelo povo australiano. O Irã classificou o caso como ataque violento a ser rejeitado. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que a Europa está solidária com a Austrália e com as comunidades judaicas, condenando o antissemitismo. O chanceler alemão declarou tamanha perplexidade diante do ataque e enfatizou a necessidade de enfrentar o antissemitismo globalmente.
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