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Mãe pede ajuda para localizar filha sequestrada do Reino Unido para a Jamaica

Cooperação entre Reino Unido e Jamaica tenta localizá-la; falhas processuais e ausência de endereço atrasam a repatriação de Tau

‘I just want to know she is safe’: Samar Rodriguez with their daughter, Tau Rodriguez-Fairplay.
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  • Em fevereiro, a mãe levou Tau para a Jamaica sem autorização, violando a ordem judicial de custódia compartilhada com o pai.
  • A fuga motivou cooperação entre tribunais do Reino Unido e Jamaica; autoridades jamaicanas dizem dificuldade de localizar a criança pela ausência de endereço, com ordens servidas por e‑mail.
  • Tau é acreditada ter se escondido na cidade de Black River, devastada pelo Furacão Melissa, em outubro; o pai foi ao local e contratou investigador, sem sucesso.
  • A Jamaica Central Authority reconhece falhas processuais e atraso na localização e repatriação; a situação envolve a Convenção de Haia.
  • Autoridades indicam que informações podem ser encaminhadas pelo Instagram @FindTauJA, pelo e‑mail findtauja@gmail.com ou à embaixada britânica em Kingston.

Tau Rodriguez-Fairplay desapareceu em fevereiro, após a mãe, Athena Belle-Fairplay, retirar a criança do Reino Unido sem autorização. A jovem estava em custódia compartilhada entre a mãe e o pai, com a irmã, em Londres, quando houve a suposta remoção para a Jamaica.

Autoridades britânicas informaram que Belle-Fairplay viajou com Tau para Jamaica no dia 3 de fevereiro, desrespeitando uma ordem judicial que proibia a retirada sem autorização. A localização de Tau desencadeou cooperação entre tribunais e órgãos do Reino Unido e da Jamaica, visando a repatriação.

Cooperação internacional e desafios locais

Em Jamaica, as autoridades citam dificuldade para localizar Tau pela ausência de um endereço fixo. A Justiça jamaicana autorizou a atuação por meio de cartórios eletrônicos e emitiu ordens para evitar novas viagens, conforme comunicado da Jamaica Central Authority (JCA).

A JCA admitiu falhas processuais e atraso na localização e na repatriação. Segundo a agência, a ausência de um endereço tornou o processo mais complexo, mesmo diante de ordens do Supremo Tribunal da Jamaica para devolver Tau ao Reino Unido.

A mãe de Tau e a advogada da família apontam falhas institucionais e atraso nas ações. Eles afirmam que mensagens institucionais confusas contribuíram para a demora e a dificuldade de confirmar o paradeiro da criança.

Contexto e próximos passos

A família sustenta que Tau ficou sob proteção de familiares na Jamaica, localidade ligada a Black River, afetada pelo furacão Melissa. As autoridades britânicas destacam a obrigação de localizar e devolver a criança conforme a Convenção de Haia.

O governo britânico reiterou que trata o caso com seriedade e que continuará a pressionar autoridades jamaicanas para facilitar a localização e o retorno de Tau. Quem tiver informação deve acionar canais oficiais.

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