- Nesta terça-feira, dezesseis, a FAA renovou o alerta para aeronaves civis no espaço aéreo venezuelano, citando riscos da atividade militar na região.
- O órgão pediu que as aeronaves ajam com cautela devido à piora da segurança e ao aumento da atividade militar na Venezuela ou em seus arredores.
- Um piloto da JetBlue relatou quase se chocar com uma aeronave da Força Aérea dos EUA perto da Venezuela.
- As forças americanas ampliaram operações no Caribe, incluindo ataques a embarcações suspeitas de contrabando de drogas, elevando as tensões na região.
- A campanha de combate ao narcotráfico já dura mais de três meses e deixou 95 mortos.
A FAA renovou nesta terça-feira o alerta para aeronaves civis que operam sobre o espaço aéreo venezuelano, citando piora da segurança e aumento da atividade militar na região. A medida segue a advertência emitida no mês passado.
O órgão regulador dos EUA pediu cautela adicional a pilotos e companhias, enquanto observa o aumento de operações militares nas proximidades da Venezuela e de seus arredores. A prioridade é evitar incidentes e manter as rotas aéreas seguras.
Um piloto da JetBlue relatou quase sofrer uma colisão com uma aeronave da USAF perto da Venezuela, segundo a empresa, que comunicou o fato às autoridades americanas. A JetBlue não informou detalhes do voo envolvido.
Ações no Caribe e impactos
As forças americanas ampliaram operações no Caribe, incluindo ataques a embarcações suspeitas de contrabando de drogas, no que as autoridades descrevem como parte da luta contra o narcotráfico. A campanha já soma mais de três meses.
A ofensiva ocorria em meio a tensões regionais crescentes, com a presença marítima e aérea dos EUA intensificada nos últimos meses. O governo de Nicolás Maduro não comentou oficialmente sobre a renovação do alerta da FAA.
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