Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Putin promete não atacar a UE e lança armas nucleares

Putin intensifica retórica belicista ante a alta oficialidade, anuncia lançamento do míssil Oréshnik e aposta na continuidade da invasão até 2026

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • Putin, diante da alta hierarquia, reforçou tom agressivo, anunciou a entrada em serviço do novo míssil Oréshnik e afirmou alcançar todos os objetivos na Ucrânia, mesmo à força.
  • O ministro da Defesa, Andréi Belóusov, disse que existem condições reais para a continuação da invasão em 2026 e fortalecimentos militares para um conflito prolongado.
  • O discurso manteve metas territoriais da Rússia e sinalizou preparo para longa disputa, criticando o que chama de histeria europeia sobre o conflito.
  • A matéria não detalha avanços recentes no campo de batalha, mas cita afirmações sobre Kupiansk e Prokovsk, com disputas sobre controle de territórios.
  • O custo da guerra para a Rússia foi estimado próximo de 11 trilhões de rublos, equivalentes a cerca de 115 bilhões de euros, elevando o gasto militar a mais de sete por cento do PIB em 2025.

O presidente russo, Vladimir Putin, reforçou nesta semana uma retórica belicosa diante da alta oficialidade, sinalizando avanços militares e anunciando a entrada em combate do míssil Oréshnik. A manifestação ocorreu diante da liderança militar, e o tom manteve a linha de endurecimento já adotada pela gestão.

Segundo autoridades russas, o governo indicou condições reais para manter a invasão da Ucrânia até 2026, com metas territoriais claras e preparo para um conflito de longo prazo. O ministro da Defesa, Andrei Belóusov, afirmou que o cenário permite prosseguir com a ofensiva.

Putin destacou que a Rússia busca, inicialmente, resolver a disputa pela via diplomática, mas indicou que, se interlocutores estrangeiros não aceitarem negociações, as forças poderão avançar para alcançar territórios históricos. O discurso reforçou o endurecimento da posição militar.

Belóusov também sustentou que há capacidade para ampliar a “zona de segurança” na fronteira com a Ucrânia, citando a cidade de Kupiansk como parte de uma estratégia de mediação militar, enquanto o anúncio de que a cidade permanece sob controle russo é contestado por Kiev e por avaliações ocidentais.

O ministro de Defesa mencionou que o Oréshnik, míssil balístico hipersônico com alcance médio, já possui uso em operações desde 2024 e pode transportar ogivas nucleares. Bielorrússia deve receber tecnologia similar ainda neste ano, segundo a pasta.

O governo russo atribuiu aos custos da guerra um peso de cerca de 5,1% do PIB em 2024, com gastos totais estimados em torno de 7,3% do PIB em 2025. Belóusov ressaltou a necessidade de readequar o orçamento militar e priorizar operações de defesa.

Riobkov, vice ministro das Relações Exteriores, reiterou a posição de não ceder território sob a constituição russa, destacando que zonas como Zaporíia e Herson permanecem em debate estratégico. As informações oficiais reforçam a linha de resistência e a visão de longo prazo para o conflito.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais