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UE concorda em emprestar €90 bilhões a Kyiv, fortalecendo a resiliência

UE aprova empréstimo de €90bn para Kyiv; uso de ativos russos congelados não é confirmado e Orbán concorda em não bloquear, com exclusões entre garantidores

Volodymyr Zelenskyy says the €90bn loan the EU has agreed to provide Ukraine ‘is significant support that truly strengthens our resilience’. Follow for latest updates on the Russia-Ukraine war, live.
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  • A União Europeia aprovou um empréstimo de € 90 bilhões para a Ucrânia, com garantia do orçamento comum da UE, válido pelos próximos dois anos.
  • A medida não confirma a utilização de ativos russos congelados para custear o empréstimo, conforme discutido anteriormente.
  • O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, concordou em não bloquear o empréstimo desde que alguns países fiquem de fora dos garantidores.
  • Anunciada a realização de nova rodada de negociações em Miami entre representantes dos EUA e da Rússia, em meio a esforços por acordo de paz.
  • Zelenskyy agradeceu aos líderes da UE pela decisão, destacando o reforço à resiliência da Ucrânia; a UE estimou necessidade adicional de € 135 bilhões para os próximos dois anos.

O Conselho da União Europeia aprovou, nesta sexta-feira, um empréstimo de 90 bilhões de euros para Kyiv, para cobrir déficits orçamentários nos próximos dois anos. O montante é garantido pelo orçamento comum da UE e não depende de novos recursos de estados-m-membros. Zelenskyy agradeceu aos líderes pela decisão.

Apesar do acordo, a UE não confirmou a utilização de ativos russos congelados para financiar o empréstimo. A ideia de usar parte desses ativos ficou em segundo plano durante a cúpula, após debates entre os países membros sobre garantias e responsabilidade.

Nova rodada de negociações

O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, concordou em não bloquear a medida, desde que alguns países fichem excluídos dos garantidores. A assinatura do acordo mantém o compromisso com o financiamento de dois anos para a defesa e a economia ucranianas.

Ao mesmo tempo, representantes dos EUA e da Rússia devem se reunir em Miami no fim de semana para novas discussões sobre a guerra na Ucrânia. O objetivo é aproximar posições enquanto o presidente Donald Trump incentiva avanços rápidos em um eventual acordo de paz.

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