- O Departamento de Justiça dos Estados Unidos começou a liberar os arquivos de Epstein, em quatro conjuntos de dados.
- Alguns itens foram retidos temporariamente para proteger as vítimas, com promessa de mais publicações nas próximas semanas.
- A divulgação acontece após meses de pressão pública, disputas políticas e tentativas de desviar o escrutínio sobre a relação de Donald Trump com Epstein.
- Democratas da Câmara criticaram a demora na liberação total, alegando violação de lei federal e dizendo que vão buscar ações legais.
- Trump não é acusado de crime relacionado; não há evidências de envolvimento direto, mas há dúvidas sobre o que ele sabia sobre os abusos de Epstein.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos começou a liberar os chamados arquivos de Epstein, em quatro conjuntos de dados. Parte dos itens foi retida temporariamente para proteger vítimas, com promessas de novas publicações nas próximas semanas.
A divulgação ocorre após meses de pressões políticas e debates públicos sobre a relação entre Donald Trump e Jeffrey Epstein. Trump não é acusado de crime relacionado ao caso; autoridades destacam que não há evidências de envolvimento direto.
Segundo o vice-procurador-geral Todd Blanche, a liberação abrangerá centenas de milhares de documentos, com avaliação contínua de material sensível. As publicações são alvo de questionamentos sobre procedimentos e cronograma.
Democratas da Câmara, liderados por Robert Garcia e Jamie Raskin, criticaram o atraso na divulgação integral dos arquivos, alegando violação de lei federal. Eles prometem explorar opções legais para exigir mais transparência.
Entre as informações previstas, constam materiais sobre a relação de Trump com Epstein nos anos anteriores, mas as autoridades ressaltam que ainda não houve acusação contra o ex-presidente nem indicação de participação dele na operação de tráfico.
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