- O primeiro-ministro Anthony Albanese participou de um serviço na Grande Sinagoga de Sydney para homenagear a memória das vítimas do ataque a Bondi durante a Hanucá.
- O ataque em Bondi deixou 15 mortos e gerou críticas à atuação do governo para conter o antisemitismo.
- O chief rabbi Ephraim Mirvis chegou de Londres a Sydney para apoiar a comunidade judaica e também participou do serviço.
- A sexta‑feira marcou a primeira Shabbat desde o ataque, com a comunidade reunida em luto e solidariedade.
- Foi declarado um dia nacional de luto para domingo, com um serviço público às vítimas e sobreviventes previsto para o próximo ano.
Anthony Albanese compareceu a uma sinagoga em Sydney para homenagear a memória das vítimas do ataque de Bondi, ocorrido durante uma celebração de Hanucá. O premier estava acompanhado pela esposa, Jodie Haydon, e participou do serviço na Great Synagogue na sexta-feira, marcando a primeira Shabbat desde o episódio.
O chefe rabino Ephraim Mirvis, da comunidade britânica, desembarcou em Sydney para oferecer apoio. Ele participou do serviço de sabbath e elogiou a coragem da comunidade, dizendo que aprendeu com a resiliência local diante da violência.
Apoio público e luto
Michele Goldman, da NSW Jewish Board of Deputies, afirmou que a Shabbat será singular diante da tragédia, com famílias reunidas à mesa e espaços vazios nas casas. O país decretou um dia nacional de luto para este domingo.
Após o ataque, 15 pessoas foram mortas em Bondi, na costa de Sydney. O governo anunciou que, no próximo ano, haverá um serviço público para as vítimas e sobreviventes, em reconhecimento à gravidade do episódio.
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