- EUA lançaram ataques aéreos contra dezenas de alvos do Estado Islâmico (EI) na Síria na sexta-feira, em retaliação a um ataque que matou dois militares americanos e um intérprete.
- a ofensiva foi descrita como de grande escala, com alvos atingidos em várias regiões centrais da Síria.
- o ataque anterior, em Palmyra, ocorreu no fim de semana e deixou dois soldados americanos e o intérprete mortos, além de três outros soldados feridos.
- a coalizão liderada pelos EUA vinha realizando ataques aéreos contra o EI nos últimos meses, frequentemente com participação de forças de segurança sírias.
- mais detalhes devem ser divulgados em breve.
O Departamento de Defesa dos EUA informou que forças americanas lançaram ataques aéreos contra dezenas de alvos do ISIS na Síria nesta sexta-feira, em retaliação a um ataque anterior que deixou mortos entre militares e civis. A operação ocorre sob liderança da coalizão liderada pelos EUA e tem como objetivo neutralizar capacidades do grupo extremista na região central do país.
Segundo autoridades dos EUA, os ataques representam uma resposta de grande escala aos acontecimentos recentes, atingindo alvos distribuídos por várias áreas centrais da Síria. As autoridades destacam que a ação busca impedir novas ofensivas do ISIS contra forças norte-americanas e parceiros locais.
O ataque anterior, ocorrido no fim de semana, deixou dois soldados do Exército dos EUA e um intérprete mortos após uma emboscada que visou um comboio de forças americanas e sírias, seguida de confronto com o atacante, que foi neutralizado. Três outros soldados ficaram feridos.
Resposta militar em território sírio
As operações de Friday ampliaram a atividade de uma coalizão liderada pelos EUA, que já vinha realizando ataques aéreos e operações terrestres contra suspeitos do ISIS na Síria, com a participação, em alguns momentos, de forças de segurança sírias. A comunicação oficial enfatiza que as ações têm como foco componentes do ISIS e visam degradar sua capacidade operacional na região central.
Não foram divulgados detalhamentos sobre vítimas civis ou sobre a extensão exata dos estragos, mas a imprensa local e fontes ligadas à defesa indicam que as ações ocorreram em múltiplas áreas de acesso estratégico para o grupo extremista. O governo norte-americano não confirmou números oficiais de feridos entre as forças sírias ou entre civis.
As informações foram divulgadas por representantes do governo dos EUA que falaram sob condição de anonimato, citando a continuidade das operações da coalizão na Síria. As autoridades ressaltam que medidas de segurança e de combate estão alinhadas com instruções de severidade e precisão.
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