- José Antonio Kast venceu o segundo turno da eleição presidencial no Chile.
- Autoridades dos Estados Unidos disseram que a Rússia estaria aberta à entrada da Ucrânia em o bloco europeu como parte de um acordo de paz.
- A moeda do Irã atingiu o valor recorde de 1,3 milhão de riais por dólar americano, em meio a uma economia abalada.
- O grupo M23 concordou em se retirar da cidade estratégica de Uvira, no Congo, a pedido dos EUA; a ofensiva para tomar a cidade ocorreu há cerca de dois meses.
- Os Estados Unidos designaram o Gol Clan, cartel de droga, como organização terrorista estrangeira; o grupo atua principalmente na Colômbia.
A semana de notícias trouxe desdobramentos globais em política, economia e cultura. Em Chile, o resultado da eleição presidencial ocorreu no fim de semana, com Ern Kast e seu alinhamento político à direita no centro das atenções. Em negociação internacional, a Rússia sinalizou abertura para a Ucrânia ingressar em um corpo regional como parte de um possível acordo de paz. Já no Irã, a moeda atingiu recorde histórico frente ao dólar, agravando a crise econômica doméstica.
Na região africana, o M23 aceitou retirar-se de Uvira, na República Democrática do Congo, a pedido dos Estados Unidos, com a promessa de libertar centenas de militares burundianos capturados. Em resposta ao combate às drogas, os Estados Unidos classificaram o grupo golfo Clã como organização terrorista estrangeira, ampliando a lista após ações envolvendo a Colômbia.
No âmbito econômico japonês, a premiê Sanae Takaichi sugeriu medidas para revitalizar a economia, com foco em estímulos fiscais. Na Índia, o Parlamento aprovou legislação para abrir o setor de mineração de minerais críticos à iniciativa privada, enquanto vizinhos fortalecem relações sem a participação de Nova Délhi.
Na União Europeia, líderes concluíram um novo pacote de auxílio a Kiev para os próximos dois anos, com valor significativo para manter o esforço de guerra. Em Paris, o fechamento temporário do Louvre ocorreu após leituras de greve e questões de segurança, impactando uma das maiores instituições culturais do mundo.
Em Tóquio, autoridades anunciaram que até 25 de janeiro os visitantes poderão ver os pandas Xiao Xiao e Lei Lei no zoológico de Ueno, antes de serem devolvidos à China. A ausência de pandas marca o retorno de uma prática que não ocorria há meio século no país.
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