- A Archewell Foundation, instituição criada por Prince Harry e Meghan Markle, informou que três funcionários foram desligados recentemente, incluindo a diretora de programas e operações Kristen Slevin.
- Segundo formulário 990 obtido pelo Daily Mail, o salário de Slevin era de US$ 146 mil.
- A repórter do casal negou as acusações, afirmando que a equipe permanece integral e que não há mais detalhes a serem divulgados.
- A organização anunciou, na sexta-feira, a mudança do nome de Archewell Foundation para Archewell Philanthropies, mantendo o foco em apoiar pais de crianças vítimas de danos online, causas femininas e comunidades.
- O casal lançou a instituição em 2020, poucos meses após deixar seus deveres reais e se mudar para a América do Norte.
O trio de funcionários deixou a Archewell Foundation, a instituição criada por Prince Harry e Meghan Markle, há cerca de uma semana, em meio ao processo de rebranding da entidade. A informação foi veiculada pelo Daily Mail neste sábado. Entre os desligados está Kristen Slevin, diretora de programas e operações.
Segundo documentos 990 obtidos pelo jornal, o salário de Slevin era de 146 mil dólares anuais. A reportagem sustenta que as demissões integram uma rodada de cortes na equipe durante a transição da organização. A Archewell Foundation não confirmou oficialmente os números.
A assessoria do casal negou as informações, afirmando que a equipe atual continua integralmente no quadro. O porta-voz afirmou que não haverá mais discussões sobre questões de pessoal e elogiou os profissionais envolvidos no trabalho social realizado.
Mudança de nome da organização
Na sexta-feira, Markle e Harry anunciaram a mudança do nome da entidade de Archewell Foundation para Archewell Philanthropies. A reformulação ocorre cinco anos após a criação da organização, fundada após a saída dos duques do protocolo real.
A Archewell foi lançada em 2020, pouco depois que o casal deixou as funções oficiais na monarquia e se mudou para a América do Norte. A instituição foca em apoiar pais de crianças que sofrem danos on-line, causas femininas e no fortalecimento de comunidades.
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