- Investigação aponta a estada de Sajid Akram e Naveed Akram em Davao por quatro semanas, com revisão de câmeras, trajetos de táxi e visitas a hotéis e ao Jollibee.
- Autoridades dizem que a investigação está em curso e que todas as possibilidades sobre os movimentos dos suspeitos estão sendo consideradas.
- Moradores afirmam que os dois estavam na cidade para turismo, não terrorismo; governo ressalta que grupos ligados ao Estado Islâmico continuam presentes, mas enfraquecidos.
- A cidade, já decorada para o Natal, segue sob vigilância e reforço policial nas áreas visitadas pelos suspeitos.
- Especialistas ressaltam que extremismo não desapareceu e destacam a necessidade de apuração objetiva, sem criar generalizações sobre Mindanao ou população local.
Na cidade de Davao, polícia e autoridades investigam a estada de Sajid Akram e seu filho Naveed Akram por quatro semanas. As investigações visam mapear movimentos, locais visitados e possíveis contatos nos arredores do GV Hotel e do Jollibee.
As autoridades revisam imagens de câmeras de segurança e rastreiam trajetos de táxis usados pelos suspeitos para reconstruir a rotina na cidade. Hotéis visitados e pontos comerciais próximos foram alvo de diligências.
A investigação ocorre em meio a temores locais após ataques ligados ao Islamic State, em 2016 no Roxas Night Market e em Marawi, em 2017. O governo mantém o foco na avaliação de riscos e na prevenção de novos incidentes.
Ainda não há confirmação sobre os motivos da visita nem confirmação de treinamento militar. A polícia afirma que a presença dos Akram em Davao é levada a sério e está sendo apurada com rigor técnico.
Vizinhos e trabalhadores locais afirmam que a cidade vive período de securitização intensa desde os episódios de 2016, com medidas de segurança ampliadas em áreas públicas e estabelecimentos comerciais.
Contexto regional
Analistas destacam que, embora grupos vinculados ao IS estejam reduzidos, permanecem estruturas extremistas de menor porte na região. Autoridades ressaltam a importância de investigações transparentes para evitar vieses contra comunidades locais.
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