- A China criticou os Estados Unidos pela interceptação de um navio venezuelano no Caribe, classificando a ação como grave violação do direito internacional.
- O Ministério das Relações Exteriores chinês afirmou que o ato violou princípios do direito internacional e a soberania dos países, e expressou forte oposição.
- A China pediu que os EUA respeitem a soberania e os direitos regionais, reiterando seu compromisso com a estabilidade e a paz na região.
- Os EUA alegaram ter atuado com base em sanções ao governo venezuelano; a China contestou, dizendo que a interceptação prejudica relações diplomáticas.
- A Venezuela informou que a ação é uma tentativa de intimidar o país e pediu à comunidade internacional que condene a atitude, enquanto a China reafirma apoio ao governo venezuelano e aos seus parceiros.
O Ministério das Relações Exteriores da China afirmou nesta quarta-feira que os Estados Unidos interceptaram um navio venezuelano que transportava petróleo, descrevendo a ação como grave violação do direito internacional. A intervenção ocorreu no Caribe, segundo o comunicado chinês.
A China disse que a interceptação infringe princípios do direito internacional e fere a soberania dos países envolvidos. O governo chinês expressou forte oposição e pediu respeito às instituições e aos direitos dos estados da região.
O governo venezuelano alegou que a ação é uma forma de intimidação contra o país e seus parceiros, pedindo que a comunidade internacional condene a medida. A China reiterou apoio a Caracas e manteve o argumento de que a intervenção prejudica relações diplomáticas.
Autoridades internacionais aguardam uma posição oficial dos EUA sobre o incidente, que aumenta tensões na região. A notícia indica que o Caribe segue cenário de vigilância e diplomacia aberta entre os três países envolvidos.
Entre na conversa da comunidade