- Nos mares do Caribe, as forças dos Estados Unidos iniciaram uma perseguição ativa a um petroleiro supostamente sancionado, identificado como Bella 1, alvo de ordem de interceptação judicial.
- A operação ocorre após o anúncio de bloqueio de petroleiros sancionados feito por Donald Trump, voltado a ativos ligados à Venezuela.
- A Bella 1, conforme a imprensa, opera com bandeira falsa, está sob sanções desde 2024 por vínculos com o Irã e o grupo Hezbollah, e seguia para a Venezuela.
- Em paralelo, a Chevron informou ter enviado aos Estados Unidos um petroleiro não sancionado com petróleo venezuelano a bordo, em conformidade com licenças vigentes.
- O episódio ocorre após a apreensão, pela Guarda Costeira, de outro navio ligado à Venezuela, em operação que Caracas Classifica como roubo e sequestro.
As forças dos Estados Unidos intensificaram a pressão contra petroleiros vinculados à Venezuela. No domingo 21, houve perseguição a um navio supostamente sancionado nas águas do Caribe, segundo autoridades americanas. O alvo é descrito como envolvido com evasão de sanções e com bandeira falsa, sob ordem de interceptação judicial.
A operação ocorre dias após a Guarda Costeira ter apreendido, na mesma região, um navio suspeito de transportar petróleo venezuelano sob sanções, a segunda apreensão em duas semanas. A autoridade dos EUA confirmou a perseguição ao petroleiro identificado pela imprensa como Bella 1, que tem vínculos com o Irã e o Hezbollah.
Fontes do governo americano informaram que a embarcação seguia para a Venezuela sem carga comprovada, com a interceptação prevista pela lei de sanções. O interceptável, segundo o The New York Times, voltou a navegar após a aproximação das embarcações.
Ação dos EUA no Caribe
A Casa Branca descreve a operação como parte de uma luta contra o narcotráfico e o uso de petroleiros sancionados para contornar sanções. O governo afirma que a flotilha de guerra deslocada para a região reforça a pressão sobre Caracas para frear atividades sancionadas.
Enquanto isso, a Venezuela sustenta que a ação é uma pressão para derrubar o presidente Nicolás Maduro. Caracas classifica as operações como parte de uma campanha para desafiar a soberania venezuelana e afirmar controle sobre seus recursos.
Chevron e petróleo venezuelano
Em paralelo, a Chevron informou ter enviado um petroleiro não sancionado com petróleo venezuelano aos EUA. A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, afirmou que o carregamento saiu de Caracas dentro das normas internacionais e de acordos da indústria.
A Chevron recebeu, este ano, uma nova licença para explorar petróleo na Venezuela, o que representa quase 10% da produção do país. Caracas mantém postura de respeito à legalidade nacional e internacional, segundo a vice-presidente.
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