- Rússia e China criticaram no Conselho de Segurança da ONU a pressão dos EUA sobre a Venezuela, chamando de “comportamento de caubói” e intimidação.
- EUA mantêm frota de guerra no Caribe desde agosto e anunciaram bloqueio naval para evitar a exportação de petróleo venezuelano.
- Trump acusa Maduro de financiar narcoterrorismo, tráfico de pessoas, assassinatos e sequestros; Maduro nega envolvimento com narcotráfico e afirma que Washington busca derrubar seu governo para tomar as reservas.
- Embaixador russo Vassily Nebenzia disse que atos dos EUA violam o direito internacional; China afirmou oposição ao unilateralismo.
- Casa Branca elevou a recompensa para 50 milhões de dólares por informações que levem à prisão de Maduro.
Rússia e China criticaram, nesta terça-feira, no Conselho de Segurança da ONU, a pressão militar e econômica dos EUA sobre a Venezuela. Os EUA mantêm uma frota de guerra no Caribe desde agosto e anunciaram um bloqueio naval para impedir a exportação de petróleo venezuelano. O governo americano acusa Maduro de financiar atividades ilícitas.
A Venezuela nega envolvimento com narcotráfico e afirma que Washington busca derrubar o governo para tomar as reservas de petróleo, as maiores do mundo. A tensão ocorreu durante reunião de emergência solicitada pela Venezuela, com apoio de Moscou e Pequim.
Os representantes russo e chinês classificaram as ações dos EUA como agressão e abuso de poder, reforçando a defesa da soberania dos países. Já o embaixador dos EUA na ONU ressaltou que Washington atua para proteger o hemisfério, fronteiras e população norte-americana, reiterando acusações contra Maduro.
Contexto na ONU
Especialistas mencionam que o que seria o Cartel de los Soles opera mais como rede de corrupção com atividades ilícitas do que como uma organização de tráfico tradicional. A Casa Branca elevou para 50 milhões de dólares a recompensa por informações que levem à prisão de Maduro.
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