- As maiores protestos pró-dC e contra condições de vida de Irã entraram no quinto dia, com relatos de confronto entre manifestantes e forças de segurança.
- A imprensa estatal confirmou pelo menos duas mortes; testemunhas e vídeos nas redes sociais mostram jovens em solo após disparos.
- Both deaths ocorreram na cidade de Lordegan, no sudoeste do país, segundo a Organização Hengaw para Direitos Humanos.
- Grupos de direitos humanos dizem que a repressão se intensificou, com relatos de disparos diretos contra manifestantes.
- Protestos começaram em Teerã após a desvalorização da moeda e se espalharam por várias cidades, com pedidos de justiça econômica e fim do regime.
Two pessoas foram mortas nesta quinta-feira em Lordegan, no sudoeste do Irã, durante protestos que já duram cinco dias. Os protestos, iniciados em Teerã, ganharam cidades pelo país ante a crise econômica e a depreciação da moeda.
Testemunhas e redes sociais mostram protestos com confronto direto entre manifestantes e forças de segurança, que teriam atirado com munição viva em várias ocasiões. A confirmação oficial veio apenas de veículos estatais.
Os atos começaram no domingo, após o colapso da moeda nacional, e se espalharam para cidades, com reivindicações por redução do custo de vida e mudança no regime. A repressão é citada por organizações de direitos humanos.
Roya Boroumand, diretora da Abdorrahman Boroumand Center, afirma que a queda cambial acentuou a pobreza, gerando revolta contra a gestão governamental. Ela destaca uso de leis para reprimir protestos e limitar espaço de debate público.
Segundo dados de direitos humanos, houve um recorde de execuções em 2025, com mais de 1.500 confirmações, o que intensifica o clima de medo entre a população. Grupos de defesa dos direitos denunciam julgamentos sem transparência.
Contexto econômico
A desvalorização da moeda é apontada como principal motivadora dos protestos, agravando o custo de vida e reduzindo salários. Observadores veem os ataques às políticas do governo como uma resposta à crise econômica de longo prazo.
Relatos não verificados de violência incluem imagens de feridos sendo retirados de ruas cobertas de fumaça. Autoridades não detalharam número de mortos ou feridos de forma abrangente, mantendo informações limitadas.
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