- O texto apresenta resoluções de Ano Novo para VIPs globais em 2026, após avaliações sobre 2025.
- Entre as sugestões, destaca-se silenciar ou filtrar as postagens de Donald Trump e diversificar relações comerciais da Europa com o Mercosul.
- Vladimir Putin é aconselhado a estudar nacionalismo moderno e ficar atento aos avanços em inteligência artificial.
- A lista menciona ainda Benjamin Netanyahu, Mohammed bin Salman e Marco Rubio, com críticas às políticas atuais e orientações para 2026.
- O artigo encerra incentivando participação cívica do público e defesa da liberdade acadêmica e da expressão.
O texto analisa resoluções de Ano Novo dedicadas a VIPs globais para 2026, destacando críticas ao desempenho de 2025 e sugerindo mudanças em diplomacia, governança e participação pública. O foco é propor diretrizes concretas para líderes e setores influentes.
Entre as figuras citadas, aparecem o presidente dos EUA, o russo, governantes europeus, o que o autor chama de Kakistocracia, além de Netanyahu, Mohammed bin Salman, ministros de estado e líderes de tecnologia, educação e civismo. O objetivo é estimular mudanças de comportamento.
O material, em formato de opinião, propõe caminhos para 2026: limitar uso de redes sociais por Trump; ampliar relações comerciais com Mercosul; defender liberdade acadêmica; responsabilizar tecnocratas; incentivar participação cidadã; e promover maior ouvidoria pública sobre decisões.
Propostas para 2026
Autocontenção online é sugerida para o presidente americano, com supervisão de assessora de imprensa, para reduzir impactos sobre eleitores indecisos e imagem internacional.
Putin é instado a aprofundar leitura sobre nacionalismo moderno e a atualizar-se em IA, para evitar dependência econômica de longo prazo e manter a posição estratégica diante de mudanças globais.
Europeus recebem a recomendação de diversificar relações comerciais, destacando a assinatura de acordos com Mercosul como prioridade de política externa e econômica.
As críticas à “Kakistocracia” apontam para a necessidade de renúnias de autoridades sem qualificação, sugerindo saída planejada de cargos para reduzir danos institucionais.
Netanyahu recebe alerta sobre percepção pública negativa de políticas de Gaza e sobre o impacto econômico; a orientação é focar no interesse de longo prazo de Israel.
O príncipe Mohammed bin Salman é incentivado a adaptar mega-projetos a análises técnicas, ouvindo especialistas e evitando erros de planejamento de grande escala.
Marco Rubio é alvo de críticas pela condução da diplomacia e pelo enfraquecimento da máquina estatal; o texto recomenda equilíbrio entre interesses nacionais e alianças regionais.
Dos líderes da tecnologia, o recado é reduzir arrogância, enfrentar o escrutínio público e revisar impactos sociais de provedores digitais e IA. A sugestão é adotar maior responsabilidade social corporativa.
Para o setor acadêmico, a ênfase é defender a liberdade acadêmica e manter instituições como ambientes de pesquisa rigorosa, mesmo em contextos de pressão governamental.
A última parte aponta que, além de elites, a participação popular continua essencial; protestos e engajamento cívico são citados como mecanismos de fiscalização e mudança.
O conjunto de propostas busca reduzir polarização, aumentar transparência e incentivar políticas públicas baseadas em evidências, com foco na governança responsável e no debates democráticos.
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