- Por volta das duas da manhã de sábado, várias explosões foram ouvidas em Caracas, capital da Venezuela.
- Testemunhas disseram que houve barulho de explosões, aviões em baixa altitude e fumaça de duas instalações militares: o aeroporto militar La Carlota e a base Fuerte Tiuna.
- O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou nas redes sociais que a Venezuela havia sido atacada e pediu uma sessão de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
- A CBS News informou que Donald Trump ordenou ataques, incluindo instalações militares, though não houve confirmação imediata do governo dos Estados Unidos.
- O contexto envolve meses de pressão dos Estados Unidos contra o governo de Nicolás Maduro, com mobilização naval no litoral norte e ataques a supostos barcos de narcotráfico; o governo venezuelano não comentou oficialmente.
Ainda não há confirmação oficial sobre a origem do Incidente. Em Caracas, as primeiras informações indicam que explosões foram ouvidas por volta de 2h da manhã de sábado, seguidas por relatos de aeronaves passando baixo sobre a capital venezuelana.
Entre as informações que circulam, Gustavo Petro, presidente da Colômbia, afirmou em redes sociais que a Venezuela estaria sendo atacada, pedindo uma sessão de emergência no Conselho de Segurança da ONU. A CBS News informou que o ataque teria sido ordenado pelo então presidente dos EUA, Donald Trump.
Ao menos sete explosões teriam ocorrido nesse horário, segundo testemunhas ouvidas pela imprensa. Moradores relatam abalo no chão e fuga para as ruas em várias localidades da cidade.
Contexto e desdobramentos
testemunhas relataram fumaça saindo de instalações militares no coração de Caracas, incluindo o aeroporto La Carlota e a-base militar Fuerte Tiuna, onde se acredita que Nicolás Maduro reside. O governo venezuelano não respondeu rapidamente a pedidos de comentário.
Desde agosto, observadores destacam uma intensificação da pressão dos EUA sobre Maduro, com mudanças na postura militar na região e ataques contra embarcações associadas ao narcotráfico. O White House e o Pentágono não comentaram o ocorrido até o momento.
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