- Kim Ju Ate, filha do líder Kim Jong Un, participou de uma visita pública ao Palácio do Sol de Kumsusan, mausoléu onde estão os restos mortais do avô e do bisavô.
- Acompanhou o pai durante a atividade oficial, conforme a agência estatal KCNA, com a presença de funcionários de alto escalão.
- A presença de Ju Ae é apresentada como fortalecimento de seu lugar na linha de sucessão para a Coreia do Norte.
- Ela já ganhou atenção desde 2022, quando esteve ao lado de Kim Jong Un no lançamento de um míssil balístico intercontinental.
- A imprensa norte-coreana a descreve como “a filha querida” e usa o termo hyangdo, tipicamente reservado aos principais dirigentes e seus herdeiros.
Kim Ju Ae, filha do líder norte-coreano Kim Jong Un, participou nesta semana de uma visita pública ao Mausoléu de Kumsusan, onde estão os restos mortais de seu avô e de seu bisavô. A agenda ocorreu durante atividade oficial, segundo a imprensa estatal KCNA.
A presença da jovem ao lado de Kim Jong Un durante o passeio intensifica especulações sobre a linha de sucessão dentro da elite norte-coreana. Ju Ae já tinha sido apresentada ao mundo em 2022, em contexto de lançamento de míssil balístico, e desde então é referida pela imprensa como parte da chamada linha de sangue Paektu.
Segundo KCNA, o passeio pelo palácio foi conduzido com o acompanhamento de funcionários de alto escalão. A agência também destacou que Ju Ae foi acompanhada pela comitiva presidencial durante a visita ao palácio no centro de Pyongyang.
A agência de espionagem da Coreia do Sul já havia indicado, no ano passado, que Ju Ae seria a primeira na linha de sucessão para governar a Coreia do Norte, após acompanhar o pai em agenda internacional na China. Procurada para comentar, a liderança norte-coreana não se pronunciou publicamente sobre o tema.
A visita ao Mausoléu de Kumsusan, dedicado aos líderes anteriores da dinastia familiar no poder, ocorre em meio a constantes análises sobre o eventual papel político de Ju Ae. O centro histórico do episódio é a continuidade do regime sob a égide da chamada “linha de sangue Paektu” na Coreia do Norte.
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