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Brasil, Rússia e China condenam ataques contra a Venezuela; Milei celebra

Reações divergem após ataque dos EUA à Venezuela e captura de Nicolás Maduro; ONU teme precedente perigoso, Milei celebra

"A liberdade avança", escreveu Milei após captura do Presidente da Venezuela Nicolás Maduro pelos EUA
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  • Os Estados Unidos confirmaram ataque militar em larga escala à Venezuela e capturaram Nicolás Maduro; a operação foi anunciada por Donald Trump.
  • O governo brasileiro classificou a ação como violação de soberania e pediu resposta firme da ONU, com Lula chamando o ato de precedente perigoso.
  • Rússia condenou o que chamou de agressão armada e pediu diálogo, já a China condenou o uso da força e defendeu o respeito ao direito internacional.
  • O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou preocupação com o precedente gerado e a possibilidade de nova escalada.
  • Milei comemorou a intervenção; Noboa criticou o regime venezuelano, assim como a Ucrânia, enquanto México, Chile, Colômbia e Uruguai observaram com cautela a situação. A União Europeia sinalizou moderação e monitoramento.

O governo dos Estados Unidos confirmou na manhã deste sábado 3 de janeiro a realização de um ataque militar na Venezuela, que resultou na captura de Nicolás Maduro. A operação, anunciada por Donald Trump, foi apresentada como resposta a acusações de tráfico de drogas e à alegada ilegitimidade eleitoral do presidente venezuelano. A ação provocou reações rápidas em várias regiões.

Lula, presidente do Brasil, classificou a operação como violação de soberania e disse que os atos ultrapassam uma linha aceitável, pedindo resposta da ONU. O Kremlin denunciou o ataque como agressão armada e pediu diálogo para evitar nova escalada. Pequim afirmou que a ação viola o direito internacional e reforçou oposição ao uso da força contra Estados soberanos.

Reações globais

O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou preocupação com o precedente criado pela operação e destacou a importância do respeito ao direito internacional. O Irã condenou o ataque e pediu ao Conselho de Segurança que intervenha para interromper a agressão.

A China reiterou oposição ao comportamento hegemônico dos EUA e cobrou respeito à Carta da ONU. A Rússia pediu contenção e apoio a uma solução negociada. A Argentina, por meio de Javier Milei, celebrou a intervenção, enquanto o Equador manifestou apoio à oposição venezuelana.

Reações na América Latina

México condenou as ações militares como violação do direito internacional e ressaltou a necessidade de diálogo. Chile pediu desescalada e solução pacífica. Colômbia expressou preocupação com explosões e rejeitou ações unilateralmente militares. Uruguai reiterou a oposição a intervenções externas.

Avaliação de blocos e setores

Na Europa, Kaja Kallas pediu moderação e observou que o direito internacional deve prevalecer. O Reino Unido disse que precisa entender os fatos e não confirmou envolvimento. Espanha defendeu desescalada, oferecendo mediação. A Alemanha destacou que a transição deve ocorrer dentro de regras internacionais.

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