- O Catar, aliado dos Estados Unidos, expressou preocupação com o ataque dos EUA à Venezuela e a captura de Nicolás Maduro e de Cilia Flores, pedindo moderação e diálogo.
- O país reafirmou compromisso com a Carta das Nações Unidas e com os princípios do direito internacional, visando resolver controvérsias por meios pacíficos.
- O Catar disse estar à disposição para contribuir com esforços internacionais que promovam uma solução pacífica imediata e manter canais de comunicação abertos com todas as partes.
- Negociadores, com participação dos Estados Unidos, realizaram no Catar contatos sobre um possível cessar-fogo na Faixa de Gaza.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o setor petrolífero venezuelano passará a ser controlado por empresas norte-americanas e ameaçou nova ofensiva se houver resistência.
O Catar, aliado dos Estados Unidos, pediu moderação e diálogo em resposta aos recentes acontecimentos envolvendo a Venezuela. O Ministério das Relações Exteriores do Catar expressou preocupação com o ataque dos EUA à Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Em nota, o país reforçou a busca por uma solução pacífica por meio de negociações.
O Catar afirmou defender a Carta das Nações Unidas e as obrigações do direito internacional, incluindo a resolução pacífica de controvérsias. O governo catarense disse estar disponível para contribuir com esforços internacionais que visem uma solução imediata, mantendo canais de comunicação abertos com todas as partes envolvidas.
Estados Unidos e Catar mantêm laços próximos, com negociações que ocorrem no Catar sobre um cessar-fogo na Faixa de Gaza, com participação norte-americana. As conversas, centradas em Israel e Hamas, visam acelerar um acordo que leve a contenção de hostilidades na região.
No âmbito econômico, o Catar é um importante produtor de petróleo e gás natural, com economia fortemente vinculada ao setor de hidrocarbonetos. O país tem interesse em equilíbrio regional que favoreça fluxos estáveis de energia e cooperação internacional no médio Oriente.
Após o ataque à Venezuela e a captura de Maduro, Trump afirmou que o setor petrolífero venezuelano passará a ser administrado por empresas norte-americanas, com base em previsões de controle de reservas. O presidente americano também anunciou que novas ações poderiam ocorrer caso haja resistência, conforme relatos difundidos pela imprensa.
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