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EUA bombardeiam Venezuela e avançam na captura de Maduro

Operação dos Estados Unidos, com mais de 150 aeronaves, mira Fuerte Tiuna e La Carlota; Maduro é capturado e Washington anuncia transição sob vigilância

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro – Foto: Federico Parra/AFP
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  • EUA lançaram ataques aéreos na madrugada entre 2 e 3 de janeiro contra a Venezuela, com mais de 150 aeronaves mobilizadas; Trump afirmou ter capturado Maduro.
  • As explosões ocorreram entre 02h00 e 03h15 em Caracas e arredores, com imagens de mísseis no céu e helicópteros sobrevoando a capital; a operação foi denominada “Resolução Absoluta”.
  • Entre os alvos estão o Fuerte Tiuna, o maior complexo militar, e o aeroporto La Carlota; também houve ataques em La Guaira, Maracay e Higuerote.
  • Maduro ter sido preso e removido do país; Trump publicou foto dele algemado a bordo do navio de guerra USS Iwo Jima; governo venezuelano promete resistência e transição sob controle dos EUA.
  • Até o momento, autoridades venezuelanas não divulgaram números oficiais de vítimas; Rússia pediu a libertação do presidente; a oposição reagiu com declarações diversas sobre o futuro.

Na madrugada de 2 para 3 de janeiro, ocorreram ataques aéreos na Venezuela, com mais de 150 aeronaves envolvidas. Caracas e arredores foram atingidos, e o presidente Nicolás Maduro teria sido capturado e removido do país, segundo relatos veiculados por agências internacionais. O governo venezuelano afirma que houve resistência e que a transição será sob supervisão dos EUA.

A ofensiva, chamada de operação de surpresa, foi descrita por autoridades norte-americanas como resultado de meses de preparo. O objetivo, segundo a apresentação oficial, era realizar uma mudança de liderança sem confrontos abertos de grande escala. Fontes locais relatam danos em áreas civis próximas a instalações militares.

Entre os alvos, destacam-se o Fuerte Tiuna, maior complexo militar do país, e o aeroporto La Carlota. Outros focos teriam sido La Guaira, Maracay e Higuerote. Diplomas indicam que houve explosões e incêndios em várias regiões, com relatos de vítimas ainda não confirmados.

Detalhes da operação e desdobramentos

O ministro da Defesa venezuelano acusou o uso de mísseis e tiros de helicópteros contra áreas habitadas. Maduro estaria detido em local fortificado, segundo declarações de autoridades norte-americanas. O governo venezuelano afirma manter a defesa e anunciaram resistência.

Donald Trump afirmou, em declarações à imprensa, que não houve perdas de soldados norte-americanos. Ele também mostrou uma imagem atribuída a Maduro algemado, divulgada na rede social Truth Social, e descreveu que o presidente venezuelano seria transferido. O episódio gerou forte reação internacional.

Reações e perspectivas

A vice-presidente venezuelana exigiu a libertação de Maduro e destacou que o país não reconhece o novo cenário. A Rússia pressionou pela libertação do presidente venezuelano eleito. Analistas ressaltam a gravidade do conflito e a incerteza sobre o futuro governo.

Trump sinalizou que os EUA governariam até que uma transição estável fosse instalada, sem detalhar o modelo de governança. Organizações e observadores observam impactos regionais, com especial atenção aos direitos civis e à legalidade internacional envolvida.

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