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Exército brasileiro reforça acolhimento a refugiados venezuelanos

12 unidades do Centauro II-BR, equipadas com canhão de 120 mm, reforçarão a 1ª Brigada de Infantaria da Selva em meio a tensões na fronteira com a Venezuela.

Imagem colorida de soldados do Exército brasileiro
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  • O Exército informou que deve ocorrer reforço no efetivo da Operação Acolhida para atender venezuelanos na fronteira Brasil-Venezuela.
  • Os ataques dos Estados Unidos à Venezuela foram anunciados, com o presidente Donald Trump afirmando ter capturado Nicolás Maduro e a primeira-dama Cilia Flores.
  • Maduro foi indiciado por narcoterrorismo, além de acusações de tráfico de cocaína e posse de armas contra os Estados Unidos.
  • A fronteira foi fechada pelo lado venezuelano; os postos brasileiros permanecem abertos.
  • Uma coletiva de imprensa estava prevista para as 13h (horário de Brasília) para detalhar desdobramentos.

O Exército brasileiro informou que pode haver aumento do efetivo da Operação Acolhida, criada para atender venezuelanos na fronteira. A medida busca ampliar a capacidade de resposta humanitária diante da escalada de tensão na região.

Segundo o Exército, a presença de tropas nas fronteiras tende a permanecer estável, mas há a possibilidade de reforço do efetivo. A operação, iniciada em 2018, tem como objetivo atender refugiados e migrantes venezuelanos.

A Polícia Federal acompanha de perto o desenrolar dos acontecimentos. O órgão informou que a fronteira do Brasil com a Venezuela foi fechada pelo lado venezuelano, mantendo abertos os postos brasileiros.

Contexto atual

Mencionam-se ataques dos EUA à Venezuela, com Donald Trump afirmando ter capturado Nicolás Maduro e a primeira-dama Cilia Flores. Havia previsão de uma coletiva de imprensa às 13h, horário de Brasília, para detalhar as ações.

Segundo relatos, Maduro foi indiciado por narcoterrorismo, com acusações adicionais de tráfico de cocaína e posse de armas contra os Estados Unidos. A esposa do líder venezuelano também foi indiciada, segundo as informações divulgadas.

O governo americano informou que a ofensiva foi realizada “conjuntamente com as forças de segurança americanas”. Não houve confirmação independente imediata sobre os relatos de captura ou sobre o andamento das operações na região.

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