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Líderes internacionais comentam ataque dos EUA à Venezuela

Reações internacionais divergem: Europa defende solução pacífica e diálogo; EUA e aliados pressionam; líderes sul-americanos pedem soberania e canais diplomáticos

O presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Fotos: Saul Loeb e Federico Parra/AFP
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  • O presidente dos Estados Unidos afirmou que Nicolás Maduro foi capturado pelas Forças Armadas estadunidenses em solo venezuelano, no contexto de ataque à Venezuela.
  • Espanha informou que está em contato com a União Europeia e buscas por uma solução pacífica e negociada, sem reconhecimento dos resultados de 2024.
  • Gustavo Petro, presidente da Colômbia, reiterou respeito à soberania venezuelana e defendeu a solução pacífica com canais diplomáticos abertos.
  • Javier Milei comemorou a captura de Maduro, compartilhando a notícia em suas redes.
  • A Rússia expressou profunda preocupação e condenação, afirmando que os pretextos são insustentáveis e criticando a hostilidade ideológica.

O presidente americano Donald Trump disse que Nicolás Maduro foi capturado pelas forças armadas dos EUA em território venezuelano, em meio a um ataque dos Estados Unidos à Venezuela. A informação circula como fato relevante desde o anúncio.

O governo venezuelano não se manifestou neste texto. Diversos líderes e governos reagiram de forma independente, com posicionamentos distintos sobre a ação e suas consequências regionais.

Reações internacionais

A Espanha informou que busca uma solução pacífica com a União Europeia, mantendo diálogo com países da região. O país destacou apoio a iniciativas democráticas para a Venezuela.

O presidente colombiano Gustavo Petro reiterou respeito à soberania venezuelana e defendeu a proibição do uso da força, enfatizando a necessidade de canais diplomáticos.

O argentino Javier Milei comemorou a captura, compartilhando a notícia em redes sociais, sem apresentar detalhes adicionais.

A Rússia expressou profunda preocupação e condenou a ação, apontando que pretextos utilizados são insustentáveis.

Gabriel Boric, presidente do Chile, pediu resolução pacífica por meio do diálogo, sem interferência externa, e criticou as ações militares.

O presidente do Conselho Europeu, Antonio Costa, disse acompanhar a situação com preocupação e pediu desaceleração do conflito, reforçando o compromisso da UE com uma solução democrática e inclusiva.

Portugal também manifestou apoio a uma resolução pacífica e democrática da crise, alinhado aos apelos internacionais por diálogo.

Contexto e próximos passos

As autoridades internacionais ressaltam a necessidade de investigação e de evitar escaladas militares. Em nível parlamentar, cresce o debate sobre mecanismos diplomáticos e a atuação da comunidade internacional na Venezuela. Continua o monitoramento das medidas adotadas pelas partes envolvidas.

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