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Maduro é indiciado e será julgado nos EUA após captura

Maduro e Cilia Flores são indiciados nos EUA após captura durante operação militar; julgamento deve ocorrer em tribunais americanos, segundo a Procuradoria

Presidente dos EUA, Donald Trump 09/10/2025 REUTERS/Nathan Howard
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  • Maduro e Cilia Flores foram indiciados nos Estados Unidos pelo Distrito Sul de Nova York, conforme a procuradora-geral Pamela Bondi.
  • A captura ocorreu durante operação militar, e o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou-a publicamente.
  • Maduro é acusado de conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína e posse de metralhadoras e dispositivos explosivos; não foram detalhadas acusações específicas contra Flores.
  • Bondi elogiou Trump pela responsabilização e agradeceu às Forças Armadas pela missão de captura.
  • O ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino López, rejeitou tropas estrangeiras no país, enquanto ataques navais no Caribe envolveram barcos dos Estados Unidos.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e a primeira-dama Cilia Flores foram indiciados pelos tribunais dos Estados Unidos, conforme anunciou a procuradora-geral dos EUA, Pamela Bondi, neste sábado. A indicação envolve o Distrito Sul de Nova York. A prisão ocorreu durante uma operação militar, confirmada pelo governo americano.

Segundo Bondi, a dupla enfrenta acusações relativas a narcoterrorismo, importação de cocaína, posse de armas de fogo e explosivos, além de conspirações associadas aos EUA. Não foram detalhadas todas as acusações contra Cilia Flores pela autoridade. A defesa de Maduro não comentou de imediato.

Bondi afirmou que Maduro e Flores deverão enfrentar a Justiça em território americano, sem fornecer cronograma específico. A procuradora-geral agradeceu ao presidente Donald Trump e às Forças Armadas pela operação de captura, descrita como bem-sucedida.

Reações e desdobramentos

O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, rejeitou a presença de tropas estrangeiras no país, qualificando o ataque como vil e covarde. Padrino pediu ajuda internacional para lidar com a situação.

Ataques navais no Caribe foram relatados nos meses recentes, com resposta de Estados Unidos envolvendo navios da área. Observadores avaliam que o caso pode ampliar tensão entre Caracas e Washington, além de impactar a relação entre Venezuela e aliados regionais.

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