- O ministro de Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, ligou para o chanceler venezuelano, Yván Gil Pinto, após ataques dos Estados Unidos e a divulgação de possível captura de Nicolás Maduro, conforme confirmou o Itamaraty.
- Vieira condenou a agressão militar durante a conversa, segundo o canal estatal venezuelano TeleSUR, que citou o chanceler brasileiro.
- Vieira interrompeu férias para retornar a Brasília e participar de reunião emergencial sobre o ataque, prevista para ocorrer no Palácio do Itamaraty.
- O exército venezuelano informou que explosões foram ouvidas em Caracas por volta das três da manhã, com registros também nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira; ainda não há confirmação oficial de vítimas.
- Analistas alertam para risco de escalada militar e impactos econômicos regionais, especialmente no preço do petróleo, além de reflexos diplomáticos para o Brasil, que mantém relações comerciais com a Venezuela.
Mauro Vieira conversou por telefone com o chanceler venezuelano, Yván Gil Pinto, após ataques dos EUA à Venezuela e a alegação de captura de Nicolás Maduro. O Ministério das Relações Exteriores confirmou o contato.
O governo brasileiro informou que não detalhou o conteúdo da conversa nem a duração da ligação. A edição venezuelana TeleSUR divulgou que Vieira condenou a agressão militar, segundo a emissora pró-Maduro.
Vieira interrompeu férias para retornar a Brasília e integrar reunião emergencial em solo brasileiro. A pauta será discutida no Itamaraty, em meio a tensões com a Venezuela e a circulação de informações contraditórias sobre vítimas e danos.
Conversa entre chanceleres
A reunião emergencial envolve ministros brasileiros para avaliar desdobramentos da crise. Não há confirmação de participação direta do presidente Lula, que está no Rio de Janeiro, nem detalhes sobre a agenda.
O público aguarda relatos oficiais sobre possíveis vítimas, danos e medidas de contenção. Fontes oficiais ressaltam a gravidade da situação e o risco de escalada regional.
Reação internacional e situação na Venezuela
O presidente dos EUA afirmou que Maduro e a primeira-dama teriam sido capturados e removidos do país. A vice-presidente venezuelana pediu uma prova de vida, enquanto o governo local informou explosões em Caracas e em estados próximos.
As explosões teriam ocorrido na madrugada de Brasília, com registros também em Miranda, Aragua e La Guaira. Ainda não há confirmação oficial de vítimas, porém analistas alertam para impactos econômicos regionais, especialmente no mercado de petróleo.
Perspectivas e impactos
O cenário eleva a possibilidade de desdobramentos diplomáticos entre Brasil, Venezuela e aliados dos EUA. O Brasil mantém relações comerciais com a Venezuela e acompanha os efeitos da crise sobre a fronteira norte. A situação demanda avaliação de estabilidade e riscos para a região.
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