- O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, rejeitou a presença de tropas estrangeiras no país após ataque norte-americano na madrugada.
- O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ter realizado um ataque em larga escala contra a Venezuela e que Nicolás Maduro e a esposa teriam sido capturados.
- Padrino informou que há feridos e mortos e que o governo venezuelano reúne informações sobre as vítimas.
- A Venezuela denuncia violação da Carta das Nações Unidas e convoca condenação internacional pela ação.
- O país pede apoio internacional para defender sua soberania e a estabilidade da região.
O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, rejeitou na manhã deste sábado a presença de tropas estrangeiras no país, atacado pela madrugada. Ele classificou a ação como vil e covarde e pediu investimento de esforços para defender a soberania.
Segundo Padrino, o país está reunindo informações sobre feridos e mortos e pretende esclarecer os impactos do ataque. A Venezuela afirma manter a defesa de sua integridade territorial e da Carta das Nações Unidas.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou ter realizado um ataque em larga escala contra a Venezuela e sugeriu que Nicolás Maduro e a esposa teriam sido capturados. As declarações ocorreram em meio a tensão diplomática entre as duas nações.
Reação internacional
Padrino denunciou a violação do direito internacional e da Carta da ONU, pedindo condenação internacional pela ação. A Venezuela solicita apoio de organizações multilaterais para enfrentar o ocorrido e exigir responsabilização dos EUA.
A crença venezuelana, segundo autoridades locais, é de que o ataque visa alterar a ordem política do país, agravando a instabilidade regional. A chancelería local ainda não confirmou detalhes sobre danos materiais ou deslocamentos.
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