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Operação dos EUA para capturar Maduro envolve fonte da CIA e forças especiais

Operação dos EUA com grande mobilização captura Maduro em Caracas; entrada não detalhada, ele e a esposa são transferidos para Nova York para julgamento

Smoke rises from explosions in Caracas, Venezuela, January 3. via REUTERS
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  • A operação militar dos EUA no Caribe mobilizou mais de quinze mil militares, um porta-aviões, onze navios de guerra e mais de uma dúzia de caças F-35, segundo autoridades, em ações alegadamente ligadas ao combate às drogas.
  • Um núcleo de assessores de alto escalão — Stephen Miller, Marco Rubio, Pete Hegseth e John Ratcliffe — liderou as articulações sobre o tema por meses, com reuniões regulares e contato frequente com o presidente.
  • Na noite de sexta para sábado, aeronaves americanas realizaram ataques contra alvos militares em Caracas e nas proximidades, incluindo sistemas de defesa aérea.
  • Tropas de forças especiais, fortemente armadas, entraram em Caracas e invadiram uma residência considerada fortificada; não há detalhes públicos sobre como a entrada ocorreu ou como Maduro e a esposa foram removidos.
  • Maduro foi levado a bordo do navio anfíbio USS Iwo Jima e, segundo autoridades, será transferido para Nova York para julgamento; algumas forças apresentaram ferimentos, mas sem fatalidades.

A operação militar dos EUA no Caribe mobilizou forças em grande escala, com porta-aviões, navios de guerra e mais de 15 mil tropas. A ação é apresentada como combate às drogas, mas envolve ações contra alvos militares em Caracas e arredores.

Entre os envolvidos, estiveram o presidente dos EUA, assessores próximos e chefes de ministérios de Defesa, Relações Exteriores e CIA, segundo fontes; o núcleo da decisão incluiu Stephen Miller, Marco Rubio, Pete Hegseth e John Ratcliffe.

Segundo relatos, ataques aéreos com alvos próximos a Caracas ocorreram na noite de sexta-feira e madrugada de sábado. Autoridades indicaram que caças, reabastecedores e drones participaram das operações, com relatos de defesas antiaéreas atingidas.

Maduro em custódia

Militares venezuelanos capturaram o líder Nicolás Maduro após ele invadir uma residência fortificada. Autoridades norte-americanas não detalharam como ingressaram no local nem como removeram Maduro e a esposa de dentro da casa.

Trump afirmou que as tropas entraram rapidamente, sem permitir resistência significativa. Parte das forças envolvidas abriu caminho com ferramentas especiais, e houve relatos de ferimentos entre soldados, sem confirmações de mortes.

Ao concluir a operação, Maduro foi transferido para o porta-aviões USS Iwo Jima e, posteriormente, deve seguir para Nova York, onde enfrentará julgamento, segundo fontes próximas ao Palácio de Washington.

Logística e desdobramentos

A operação contou com mais de 15 mil militares, 11 navios de guerra e aeronaves de quinta geração, segundo informações oficiais. O objetivo declarado continua sendo ações contra o tráfico de drogas na região.

Autoridades norte-americanas informaram aos legisladores apenas após o início das ações, em desacordo com procedimentos de prévia comunicação, conforme apuraram fontes de Reuters. Notícias oficiais ainda são restritas.

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