- A operação militar dos EUA começou por volta das 3h, com explosões em Caracas e nos estados Miranda, Aragua e La Guaira, durando cerca de 90 minutos.
- Donald Trump disse que Nicolás Maduro e a esposa foram capturados e retirados do território venezuelano; o paradeiro do líder venezuelano permanece desconhecido pelo governo.
- Reações internacionais incluíram condenação da Rússia e de Cuba, preocupação da Colômbia e moderação da União Europeia, com Espanha, Alemanha e Itália acompanhando os desdobramentos.
- A União Europeia pediu moderação e destacou a necessidade de respeito ao direito internacional; Kaja Kallas destacou diálogo e observação das regras da ONU.
- Na América do Sul, o presidente argentino Milei comemorou a ação; o Chile expressou preocupação e pediu adesão aos princípios do direito internacional.
O governo dos Estados Unidos confirmou ataques militares na Venezuela e a captura de Nicolás Maduro, segundo relatos oficiais. A operação começou por volta de 3h (horário de Brasília) deste sábado, com explosões e fumaça em Caracas e nos estados vizinhos. Maduro e sua esposa teriam sido removidos do território venezuelano.
A ação ocorreu na manhã de hoje e durou aproximadamente 90 minutos. Caracas, Miranda, Aragua e La Guaira foram os focos de atividade, com operações que envolveram forças militares. A informação sobre o paradeiro atual do líder venezuelano não foi oficialmente confirmada pelo governo.
O anúncio foi feito pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que afirmou a captura de Maduro. O desfecho da operação ainda depende de verificações e de contatos com outras nações para encaminhar a situação institucional na região.
Reações internacionais
A Rússia classificou a operação como ato de agressão armada e pediu evitar escalada, defendendo diálogo como caminho. Em Cuba, o governo também condenou a ação, chamando-a de ataque criminoso.
A Colômbia expressou profunda preocupação e pediu respeito à proteção de civis, rejeitando medidas unilaterais. Na Venezuela, o governo declarou emergência nacional e acionou planos de defesa.
Na Europa, a Espanha pediu respeito ao direito internacional e redução de tensões. Alemanha e Itália informaram que equipes de crise monitoram a situação em Caracas e os efeitos locais para suas comunidades.
A União Europeia enfatizou moderação e o início de diálogo, destacando a importância de soluções baseadas no direito internacional e na ONU. O bloco também pediu monitoramento cuidadoso da situação.
Na América do Sul, o Chile externou preocupação e pediu adesão aos princípios do direito internacional, defendendo resolução por meio do diálogo e do multilateralismo.
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