- Estados Unidos teriam prendido Nicolás Maduro para ser julgado nos EUA, segundo o senador republicano Mike Lee, que afirma ter conversado com o secretário de Estado, Marco Rubio.
- Lee publicou que Maduro foi preso por funcionários dos EUA e que a ação cinética da noite foi para proteger os que executam o mandado de prisão.
- A acusação seria apresentada nos Estados Unidos, com possível enquadramento na autoridade inerente do presidente para proteger o pessoal dos EUA.
- O senador havia questionado, no início da manhã, se haveria justificativa constitucional para a ação sem declaração de guerra ou autorização para uso da força.
- O relato depende da versão do senador e não há confirmação oficial mencionada no texto.
O governo dos Estados Unidos prendeu o ditador Nicolás Maduro para ser julgado nos EUA, segundo o senador republicano Mike Lee, que afirma ter conversado com o secretário de Estado, Marco Rubio. Lee disse, em publicação, que Maduro foi detido por funcionários americanos para enfrentar acusações criminais no país e que a ação vista naquela noite teve o objetivo de proteger quem emitiu o mandado de prisão.
A postagem afirma que a operação se enquadra na autoridade do presidente, conforme o Artigo II da Constituição, para proteger o pessoal dos EUA contra ataques reais ou iminentes. No início da manhã de sábado, Lee tratou de avançar a dúvida sobre a justificativa constitucional da ação, especialmente sem declaração de guerra ou autorização para uso da força.
As informações são apresentadas com base no relato do senador. Autoridades norte-americanas ainda não emitiram confirmação oficial sobre prisões, acusações ou detalhes da operação. A matéria permanece sob verificação enquanto fontes oficiais comentam o episódio.
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