- EUA afirmam que vão administrar a Venezuela até uma transição adequada, com Maduro e Cilia Flores supostamente capturados e levados a Nova Iorque após ataque a Caracas.
- A ofensiva começou na madrugada de sábado, com bombardeios em Caracas e uso de helicópteros para transportar os líderes respectivamente.
- Trump disse que, se necessário, militares americanos poderão atuar nas ruas de Caracas para assegurar a transição e a presença de forças de segurança.
- Uma empresa petrolífera dos Estados Unidos deverá entrar no país para impulsionar a produção de petróleo.
- Houve ausência de consulta prévia ao parlamento, e Trump justifica o sigilo para evitar vazamentos pela oposição.
Trump afirmou que os EUA vão administrar a Venezuela até uma transição adequada, para assegurar liberdade e justiça ao povo venezuelano. Em madrugada de hoje, o governo norte‑americano informou ter atacado Caracas e capturado Maduro e Cilia Flores.
De acordo com o relato oficial, Maduro e a esposa foram conduzidos de helicóptero até um navio, para subsequente transferência a Nova Iorque, onde teriam de ser julgados nos EUA por narcoterrorismo. Trump disse ter evidências a apresentar nos tribunais.
A operação, segundo o presidente, não contou com consulta prévia aos parlamentares, sob justificativa de manter o sigilo para evitar vazamentos da oposição. O governo também adianta a entrada de uma empresa petrolífera norte‑americana no país.
Desdobramentos e contextos
Enquanto a narrativa oficial sustenta uma transição forçada para uma nova gestão, autoridades venezuelanas não foram citadas neste comunicado público. Informações adicionais devem esclarecer consequências diplomáticas e jurídicas.
A versão de Washington também aponta uma ofensiva militar sem precedentes, com explosões em Caracas e presença de aeronaves específicas. O anúncio sustenta que o regime atual foi desmantelado, e que houve cooperação com operadores de energia.
Fontes próximas ao governo norte‑americano indicam que a operação visa colocar Maduro à justiça internacional e introduzir reformas no setor petrolífero venezuelano, com participação de investidores estrangeiros. Detalhes devem emergir em pronunciamentos oficiais.
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