- UNE afirma que a captura de Nicolás Maduro e de Cilia Flores viola princípios do Direito Internacional, a Carta das Nações Unidas e a soberania venezuelana.
- A nota menciona danos às estruturas venezuelanas e fala em assassinato de civis no país, fato ainda não confirmado.
- A UNE diz que os objetivos dos EUA não seriam combater o narcotráfico ou defender a democracia, e sim exercer controle imperialista na América Latina.
- A entidade sustenta que a Venezuela tem as maiores reservas de petróleo do mundo e é estratégica para multinacionais e o capital financeiro internacional.
- A UNE pede que o Brasil denuncie a agressão nos fóruns globais e convoca mobilização de movimentos sociais para a defesa da autodeterminação venezuelana.
A UNE (União Nacional dos Estudantes) divulgou neste sábado uma nota em que acusa o governo dos EUA de ter sequestrado Nicolás Maduro e Cilia Flores. A entidade afirma que a ação ocorrida na madrugada de hoje viola princípios do Direito Internacional, a Carta das Nações Unidas e a soberania venezuelana.
A nota também aponta danos às estruturas venezuelanas e menciona o assassinato de civis, informação ainda não confirmada. A UNE sustenta que, em dezembro, denunciou que os objetivos de Washington não seriam combater o narcotráfico nem defender a democracia, e sim exercer controle imperialista sobre a região.
Contexto e acusações
Segundo a UNE, a Venezuela seria alvo por razões econômicas e estratégicas, destacando que o país detém grandes reservas de petróleo e desempenha papel estratégico para interesses de multinacionais e do capital financeiro internacional. A entidade classifica a operação como ataque criminoso e terrorista.
A nota expressa solidariedade ao povo venezuelano e ao direito de autodeterminação, resistência e autodefesa. A UNE também cobra postura do Brasil e convoca mobilização política, argumentando que a agressão representa ataque a toda a América Latina.
Repercussões e chamadas à ação
A UNE pede que o Brasil denuncie a ação nos fóruns internacionais. Além disso, a nota convoca o conjunto dos movimentos sociais brasileiros a se engajar em uma agenda de mobilização contra o que descreve como intervenção externa.
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